segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Para descontrair... (III) - Andre Rieu - Strauss-Walzer Medley 2005

sábado, 28 de novembro de 2009

Olha só a gracinha...



Agora com imagem melhorada cedida pela autor.







sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Para descontrair... (II)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Para descontrair...

Valor e reconhecimento

Nem sempre as pessoas valorosas podem contar com o reconhecimento daqueles com quem interagem. Outros há que, passada a resistência inicial, vêem não só os seus méritos reconhecidos como chegam inclusivamente a conquistar a imortalidade na memória das gerações seguintes. Vou dar alguns exemplos destes últimos casos.

Winston Churchill. O seu professor da instrução primária disse um dia que ele nunca haveria de ser grande coisa. Enganou-se. Por sua vez, a professora de Albert Einstein qualificou-o de "lerdo" e de "perdido" em devaneios tolos. O General MacArthur, comandante das tropas das Nações Unidas na Coreia, foi reprovado por duas vezes na admissão à Academia Militar. Michael Jordan, talvez o mais famoso basquetebolista de sempre, não conseguiu integrar a equipa da sua escola. Maria Callas, considerada a melhor cantora lírica de sempre, foi rejeitada numa audição no Metropolitan de Nova Iorque. Shakira, a colombiana sensual que mais discos já vendeu no mundo, integrou em criança um coro no qual conseguia irritar o respectivo maestro por causa… da sua voz esganiçada.
Enfim, os exemplos dados referem-se a pessoas que, apesar de injustiçadas em alguns momentos das suas vidas, conseguiram, por mérito próprio e posterior reconhecimento, alcançar o estrelato. Mas atenção: de uma maneira geral são pessoas que vieram a ser consideradas "especialistas" nas respectivas áreas, facto que pressupõe, naturalmente, o acesso a formação… especializada. Falemos agora de cidadãos comuns. Daqueles com quem nos cruzamos na rua. Poderão eles ser valorosos sem que nos apercebamos disso? Eu acho que sim! Bem, enfim, tenho a certeza que não me cruzo diariamente com génios, mas continuo a achar que sim. O melhor exemplo disso poderá ser o de António Aleixo, que era alguém que se definia a si próprio assim…

Fui polícia, fui soldado

estive fora da Nação

vendo jogo, guardei gado

só me falta ser ladrão

O que poucos conseguiram perceber neste anónimo cidadão, para além do jeito para as rimas, é que era uma personalidade notável, de uma imensa sabedoria talhada na crueza da vida. Aliás, mesmo nas rimas, nem sequer foi considerado notável a avaliar pelo 4.º lugar obtido nos jogos florais de Faro de 1937. Um exemplo esclarece a sua força de carácter: abandonou a polícia, ao fim de pouco mais de 2 anos por não conseguir apagar do seu cérebro a imagem da criança presa, pela sua corporação, por roubar flores para depor na campa da mãe.

Um dos seus últimos poemas, constante do incompleto Auto do Ti Jaquim, falava de reconhecimento… talvez falasse de si próprio…

Se consciente resolvi morrer

foi por saber e ser também consciente

que morrer custa menos que viver

morrendo aos poucos num mundo indiferente.

As imagens foram colhidas nos locais para os quais apontam as respectivas hiperligações.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Ilustrações da próxima crónica ad valorem II

Acabei de escrever a minha crónica quinzenal para o Brados do Alentejo. Como me comprometi a apenas tornar públicos os textos após a publicação do jornal - na próxima Quinta-Feira - deixo aqui apenas as ilustrações do tema tratado.










As imagens foram colhidas nos locais para os quais apontam as respectivas hiperligações.

A cabeça do polvo - JN

A cabeça do polvo - JN

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Foi hoje

Finalmente, foi hoje! A média mensal das taxas Euribor a 6 meses, no período compreendido entre 22 de Outubro e 20 de Novembro, atingiu um valor inferior a 1%. Mantendo-se esta tendência até ao final do mês de Novembro, aqueles cujos empréstimos à habitação renovam a periodicidade em Janeiro de 2010, vão ter um indexante inferior a 1%, facto que propiciará 6 meses de prestações historicamente baixas durante o primeiro semestre de 2010.

Apesar da crise, antevejo que muitos dos endividados deste país (entre os quais me incluo) ainda vão ter saudades deste momento. Esperemos pois que quando as taxas de juro recomeçarem a subir já tenhamos, como compensação, uma taxa de desemprego bem mais baixa que a actual... Mas enfim, neste domínio, infelizmente, as perspectivas não são as melhores.

Já que os motivos de satisfação não podem ser para todos, regozijem-se os endividados empregados...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Vergonha oculta

Antes que possa induzir alguém em erro esclareço desde já a razão de ser do título da presente crónica: hesitei entre escrever sobre os 20 anos da demolição do Muro da Vergonha ou sobre o processo Face Oculta. Como hoje tenho de escrever este artigo em tempo recorde – portanto, sem possibilidades de revisão – decidir misturar os dois temas e, agora sem hesitações, vou começar a debitar o que sinto e depois logo se vê como sai. Para já, começo por referir que discordo de uma das possíveis ideias que o título possa sugerir, que é a de que as pessoas ocultam – no dizer de Pêro Vaz de Caminha – "as suas vergonhas". Pelo contrário, acho mesmo que o descaramento e a falta de vergonha nunca foram tão longe.



Comecemos então pela "face oculta". Embora este assunto seja tema recorrente na imprensa dos últimos tempos e até veja as pessoas a condenar as alegadas práticas de corrupção, a verdade é que assistimos a uma certa complacência, a alguma compreensão até, em relação às golpadas que se vão dando um pouco por todo o lado e que explicam cabalmente o atraso deste país apesar dos muitos milhões de euros da União Europeia que temos recebido. Em grande ou em pequena escala, o que não faltam são pessoas dispostas a abdicar de princípios éticos para se venderem a troco de pequenas ou grandes vantagens que certamente não alcançariam de outra forma ou apenas alcançariam com muito mais esforço ou muito mais tarde. Com o exemplo a vir de cima (não, não estou a falar do FREEPORT, estou a falar da licenciatura do nosso Primeiro), muita gente parece preferir a via mais fácil, mesmo que esta não seja a mais correcta. Num cenário de "normalidade" de fenómenos destes, quem acaba por ficar mal visto ou a passar por parvo são aqueles que recusam tais práticas enviesadas. Disseram-me, outro dia, que só os ricos ou aqueles que estão bem empregados é que podem "dar-se ao luxo" de ter princípios… Discordo! São os poderosos que corrompem e os corrompidos são os gananciosos. Nada disto tem a ver com necessidades vitais. Há dias falei com um funcionário aposentado que lamentava as maleitas da idade e a morte da companheira com quem criou 7 filhos num monte que fazia alusão à pobreza. Nada podia ter-me embevecido mais que o orgulho que patenteou por sempre ter recusado os envelopes que o beneficiariam materialmente mas que prejudicariam, irremediavelmente, a sua capacidade de olhar de cara levantada todos quantos o rodeiam.



Ainda estava a tempo de mudar o título desta crónica mas já não o vou fazer. Recordo apenas que há 20 anos caiu o Muro de Berlim e que fico muito feliz por isso.



Termino com uma ideia que caiu neste instante no meu cérebro e que já não vou apagar: por "face oculta" devemos entender que os corruptos deviam usar burca? Se calhar não era má ideia… podia fazer com que a corrupção passasse de moda mais rapidamente.

As imagens foram colhidas nos locais para os quais apontam as respectivas hiperligações.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Frases III



O autor deste blogue adverte que não se revê no teor da mensagem citada.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Ilustrações da próxima crónica ad valorem

Acabei de escrever a minha crónica quinzenal para o Brados do Alentejo. Como me comprometi a apenas tornar públicos os textos após a publicação do jornal - na próxima Quinta-Feira - deixo aqui apenas as ilustrações do tema tratado.

As imagens foram colhidas nos locais para os quais apontam as respectivas hiperligações.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Entrevista no "Ecos" II


domingo, 8 de novembro de 2009

Afinal quem é que faz propostas? (II)

Neste vídeo apresento algumas questões que têm passado ao lado das preocupações daqueles que, até aqui, têm gerido os destinos do município: construir a cidade do futuro, equilibrando a regeneração urbana com a política de expansão urbana de uma forma estruturada e planeada. Tudo isto na segunda parte da apresentação da proposta sobre o IMI.

Imagens captadas por José Gonçalez

Afinal quem é que faz propostas?

Infelizmente as imagens captadas pelo José Gonçalez não abarcam toda a reunião de Câmara (a primeira deste mandato) e assim não poderei demonstrar que, passada a celeuma inicial com a Vereadora Sílvia Dias, quando começaram a ser tratados problemas concretos de Estremoz, a única pessoa que apresentou propostas alternativas às da maioria fui eu próprio.

Fi-lo em relação à Cozinha dos Ganhões onde propus (e demonstrei porquê) a montagem de uma tenda junto ao pavilhão B para permitir a venda de produtos emblemáticos da região, nomeadamente vinhos, enchidos tradicionais, etc. A maioria, em termos práticos, não propôs nada de novo que não fosse acabar com a cobrança de 1 euro por cada entrada, questão que, em abono da verdade, se afigura se somenos importância (ainda que, demagogicamente, se lhe pretenda atribuir um relevo transcendental). Os socialistas (os dois sobrantes) quiseram desvalorizar a minha proposta referindo que quem quisesse já podia fazer tais vendas no figurino da Cozinha dos Ganhões do ano passado. A verdade, porém, não é bem essa, conforme referi em artigo anterior.

Em vídeo, a minha proposta sobre o IMI.

Imagens captadas por José Gonçalez

Sob protesto...

Eu já sabia, ou melhor, já previa, que iriam ser muitas as situações em que as posições políticas, éticas e de princípio que defendo não encontrariam eco nos demais eleitos da Câmara Municipal. Este foi o primeiro exemplo de uma votação por 6-1 (isto em futebol seria uma derrota clamorosa), mas muitas mais se seguirão (e, nesta reunião, a propósito do IMI, voltou a acontecer).

Isso, em abono da verdade, não me preocupa nada. Quero apenas ficar de consciência tranquila insistindo, mesmo sem sucesso, naquilo em que acredito.

Como pode alguém achar bem que figure na acta uma declaração política que não foi lida no plenário municipal e da qual, ainda hoje, não tenho conhecimento?

Imagens captadas por José Gonçalez

Os intocáveis, por Mário Crespo

Penso que, tendo em conta o anterior post, vem a propósito divulgar aquilo que Mário Crespo escreveu no Jornal de Notícias no passado dia 2 de Novembro:


"O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.
Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.
O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação.
Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.
Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim.
Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca. "

Sob suspeita...

No vídeo seguinte há a destacar os seguintes aspectos:
1. O recém-eleito Presidente da Câmara revela vários talentos, nomeadamente quando demonstra possuir um nível de tolerância democrática “acima dos valores normais para a época”… nem sequer faltou dizer “quem manda aqui sou eu”;
2. Foi solicitado à Senhora Vereadora Sílvia Dias que justificasse politicamente a sua decisão de agora apoiar aqueles que antes, durante a campanha eleitoral, combateu… não o fez;
3. “Quem por si, ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, der ou prometer a funcionário, ou a terceiro com conhecimento daquele, vantagem patrimonial ou não patrimonial que ao funcionário não seja devida” pratica um crime tipificado na lei;
4. Por outro lado, “o funcionário que por si, ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, sem que lhe seja devida, vantagem patrimonial ou não patrimonial de pessoa que perante ele tenha tido, tenha ou venha a ter qualquer pretensão dependente do exercício das suas funções públicas” também está a praticar um crime tipificado e punido por lei;
5. Foi também solicitado à Senhora Vereadora que afastasse qualquer suspeita de poder, eventualmente, vir a beneficiar de qualquer vantagem pessoal pela sua decisão de apoiar uma força política diferente daquela pela qual foi eleita… não o fez;
6. Não o fazendo, que quer isto dizer? Que “quem cala consente”? Ou que a pergunta é tão disparatada que não merece sequer uma resposta? Quem souber que responda.
De uma coisa ninguém ficará com dúvidas: o presente mandato inicia-se sob um clima de suspeita. Lamento, mas não há outra forma de dizer isto…
Depois há o aspecto da perversão do sistema democrático: alguém sabe a diferença entre ter ou não ter a maioria política, legitimada pelos votos nas urnas, num órgão do poder? Será correcto que quem teve apenas 40% dos votos se assuma como se tivesse tido os 60% daqueles que não votaram neste projecto?

Imagens captadas por José Gonçalez

sábado, 7 de novembro de 2009

A mocidade dos cotas V

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Conceitos distorcidos

Este senhor que surge a falar no vídeo seguinte é o meu amigo Francisco Ameixa Ramos, vice-presidente da Câmara Municipal de Estremoz.

Dele se espera que carregue o Município às costas, já que dos demais eleitos em regime de permanência na Câmara Municipal não se espera grande coisa:

  • dois deles ainda não evidenciaram qualquer valia política (aliás, nem de qualquer outra natureza, já que ainda nem sequer pronunciaram uma só palavra no órgão para que foram eleitos);
  • no que concerne ao Presidente Mourinha toda a gente sabe que o trabalho árduo não é exactamente a sua maior virtude...

Por conseguinte, temos, forçosamente, de depositar todas as esperanças no Vice-Presidente. Eu quero acreditar nele. No entanto, a sua primeira intervenção na Câmara ficou manifestamente aquém das minhas expectativas, a roçar mesmo uma certa desilusão.

De facto, para quem era suposto não enfermar dos males tradicionalmente atribuídos aos políticos, começou logo a evidenciar dotes demagógicos "acima dos valores normais para a época".

Vejam só:

  1. começou por dizer que se sentia como numa sala de tribunal na qual uma sentença condenatória já tinha sido proferida contra a Senhora Vereadora Sílvia Dias; porém, não disse que a referida Senhora apenas foi convidada a justificar a sua mudança de posição política, coisa que não só não fez como "aos costumes disse nada"... desde quando é que questionar um político, no exercício do respectivo cargo, equivale a uma setença condenatória? Fantástico!
  2. depois diz que quando os políticos "viram a casaca" - que foi exactamente o que a referida Vereadora fez (ao concorrer por uma lista que perde e depois se muda para lista vencedora) - que "a democracia dá um passo em frente" (!)... enfim esta só me faz lembrar aquela máxima anarca muito comum na minha juventude: "Portugal está à beira do abismo e prestes a dar um passo... em frente". Brilhante!
  3. Finalmente, qual terá sido o interesse que a Senhora Vereadora colocou acima: o seu interesse pessoal ou, como diz o vice-presidente, o interesse global do desenvolvimento de Estremoz? Atenção Francisco que as aparências estão manifestamente contra a Senhora Vereadora, logo vai ser difícil a qualquer estremocense ver na atitude dela qualquer motivo de "honra e de orgulho".

Imagens captadas por José Gonçalez

A minha "primeira" Reunião de Câmara - 24 ANOS DEPOIS DA PRIMEIRA

No meio de episódios manifestamente tristes, até teve a sua piada...

Imagens captadas por José Gonçalez

Histórico - Euribor6 atingiu hoje (mentira, ontem, 1%)


Nunca a Euribor a 6 meses esteve tão baixa... aproveitem enquanto dura.


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A mocidade dos cotas IV

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