sábado, 21 de setembro de 2013

Uma imagem crua do país que temos

 
 
 
 


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Os reformados e outros mitos...

Acabo de ler um artigo de Henrique Monteiro com o qual, em geral, concordo, mas - há sempre um "mas" - que carece de um ligeiro aditamento para separar águas.

Sobre este tema já me pronunciei aqui e aqui.
A ressalva é apenas e tão-só esta: alguns dos cortes anunciados - que abrangem pessoas que apenas descontaram durante meia dúzia de anos - constituem um acto da mais elementar justiça relativamente aos mais novos que estão a pagar tais reformas. Agora há também pessoas que trabalharam e descontaram por mais de 48 anos - conheço casos destes - que, de forma cega, estão também a ser atingidos por este "corta a direito". Estes últimos - e apenas estes - são tão vítimas como os actuais pagantes.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Porque hoje é 11 de Setembro...

Não sou do tipo de alimentar teorias da conspiração... mas lá que há aspectos muitos estranhos no 11 de Setembro lá isso há.
Certezas apenas uma: o dia de hoje ficou marcado no calendário da História como trágico. Muitos inocentes morreram... e muitas dúvidas relativamente aos culpados subsistem.
 

domingo, 1 de setembro de 2013

Cool - A viagem de 23 anos de Peter

Há dois aspectos nesta história que não me convencem...
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Passo a explicar: Gunther Holtorf e a sua mulher Christine terão andado 23 anos à volta do mundo. "Cool", dirão muitos, "que inveja" dirão outros. Eu próprio talvez também gostasse de fazer uma viagem do género se tivesse condições para isso...
Se ouviram o que o homem disse - e esse é o primeiro aspecto que não me convence - o dinheiro que gastaram até nem foi assim tanto, porque economizaram não frequentando restaurantes nem hotéis. Economizaram tanto que conseguiram abastecer um jeep Mercedes com 3 litros de cilindrada durante 23 anos. Pois eu digo: quem no dia 10 de cada mês já anda a esticar o dinheiro para ver se ele chega até ao próximo vencimento jamais poderia, mesmo que quisesse, fazer uma viagem similar. Portanto, o Gunther e ou a sua mulher Christine deveriam ser pessoas suficientemente abastadas para poderem dispensar "frivolidades" (das quais nunca devem ter estado arredados antes da sua épica viagem). Espero bem que tenham mesmo sido o Gunther e a sua mulher Christine a ganharem o dinheiro suficiente para tal empresa... mas nem disso tenho a certeza por uma simples razão: as pessoas que mais facilmente se desprendem dos bens materiais e de conforto são também aqueles a quem tais bens nunca faltaram desde cedo.
Outro aspecto que me chocou foi o facto de ter lido algures que pelo caminho tiveram um filho que - por não poder acompanhá-los na viagem - foi criado por familiares. Lindo! O empecilho foi despachado para a Alemanha enquanto os pais andaram a realizar o seu projecto de vida. O empecilho não teve o aplauso dos pais quando representou a sua primeira peça de teatro, quando marcou o primeiro golo não teve a quem o dedicar, quando sofreu a primeira desilusão amorosa não teve o afago de quem (habitualmente e em situações normais) o presta de forma solidária.
O pobre empecilho deve ter sido um miúdo bastante "cool": teve uns pais que andaram à volta do mundo a esturrar o que ganharam ou herdaram e ele teve de andar a "chamar pai a outro". Que inveja, o projecto de vida do pobre empecilho, filho de Gunther e de Christine, dois adultos que sofriam do complexo de Peter Pan, deixando o egoísmo atroz sobrepor-se à responsabilidade parental.
 
 

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