terça-feira, 7 de Outubro de 2014

Microinvest e Invest

Microinvest e Invest

terça-feira, 23 de Setembro de 2014

António J. B. Ramalho - Um dia de aulas... de um professor que pretendia rescindir

António J. B. Ramalho - Um dia de aulas... de um professor que pretendia rescindir

ad valorem - Participação Cívica - Ciência na Rua - Uma iniciativa meritória

ad valorem - Participação Cívica - Ciência na Rua - Uma iniciativa meritória

sexta-feira, 15 de Agosto de 2014

A mocidade dos cotas XVII - Constelação de memórias - My sweet lord e outras


Na guitarra acústica Eric Clapton,
Na guitarra elétrica o filho de George Harrison,
No piano Paul McCartney,
Na primeira bateria Ringo Star,
Na segunda bateria Phill Collins,
Na segunda guitarra elétrica Tom Petty,...
No órgão e interpretando a primeira voz o incrível Billy Preston.
Entre as vocalistas do coro esta Linda Eastman, esposa de Paul McCartney.
Também estavam presentes nesse concerto:
Bob Dylan, Ravi Shankar,Jethro Tull e um número enorme de amigos e colegas dos Beatles, assim como todo grupo 'The Cream' de Eric Clapton.
Texto: Nonato Jácome no Facebook.


quinta-feira, 14 de Agosto de 2014

ad valorem - Participação Cívica - Há coisas com que não concordo

ad valorem - Participação Cívica - Há coisas com que não concordo

quarta-feira, 30 de Julho de 2014

Imagine

Há tempo que também sonho com isto... talvez não literalmente, mas no ESSENCIAL da Mensagem!



terça-feira, 29 de Julho de 2014

ad valorem - Participação Cívica - Bonito

ad valorem - Participação Cívica - Bonito

sábado, 5 de Julho de 2014

A melhor jogada de David Luiz

James Rodriguez trouxe magia a este Mundial de Futebol. Para mim, o herói que ontem se despediu da Copa com lágrimas nos olhos foi até ao momento o jogador com nota técnica mais alta. Ao seu lado nesta entrevista está, por seu turno, aquele que oficialmente é, por enquanto, considerado o melhor jogador: David Luiz. Enfim, nisto como noutras coisas trata-se de matéria de opiniões. Reconheço, todavia, que David Luiz é, para já, o campeão do fair play. O pedido de aplausos para James Rodríguez, a troca de camisolas, esta entrevista... foram "jogadas" bem mais vistosas que o golaço que marcou.

sábado, 28 de Junho de 2014

Eis senão quando surgiu um jovem chamado Bob Dylan




sexta-feira, 6 de Junho de 2014

Viv'ó Constitucional... ou talvez não...

Em abono da verdade ainda não fiz quaisquer contas. Todavia, a informação veiculada pela Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas é, habitualmente, fidedigna. Por conseguinte, para que ao entusiasmo não suceda imediatamente a desilusão, recomendo o visionamento da peça infra. A confirmarem-se estas notícias (o que, por ora, não faço) rapidamente concluiremos que, afinal, os guardiões do templo constitucional não mais fizeram que pôr a "montanha parir um rato". Se os homens do Tribunal Constitucional andaram a estudar Economia - que, como se sabe, é aquela ciência de que todos percebem mais que os economistas - fica a dúvida se não deviam também ter estudado de forma afincada Fiscalidade...
 

  
 Enfim, o melhor mesmo é ficar à espera dos desenvolvimentos...
 
 

terça-feira, 3 de Junho de 2014

I Feira Medieval de Estremoz

Nem todos saberão mas a I Feira Medieval de Estremoz foi realizada com apoios oficiais deveras reduzidos, numa base de voluntariado e de carolice. Ainda assim foi um sucesso. Foi um sucesso também porque ao invés de ser abrilhantada por profissionais que repetem - a troco de dinheiro - os seus números pelas várias feiras medievais já existentes, esta contou com uma elevada participação popular, custeando cada um as suas próprias vestes medievas. Houve igualmente artistas convidados, porém estes deslocaram-se a Estremoz a troco de alimentação e alojamento, não cobrando quaisquer honorários, havendo ainda a agradecer a algumas entidades públicas a disponibilização de alguns dos seus recursos humanos, materiais e activos biológicos (cavalos), bem como às empresas locais que disponibilizaram géneros e serviços para levar por diante esta empresa.
Ao Município e - especialmente - aos seus trabalhadores, há a agradecer fundamentalmente o apoio logístico e o entusiasmo dos funcionários municipais na montagem do "cenário" do evento.
A palavra final tem de ir obrigatoriamente para nossos alunos do curso profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural - da Escola Secundária da Rainha Santa Isabel de Estremoz - e, muito particularmente, para os 3 professores que lideraram, arriscaram e puseram a cabeça no cepo enquanto outros esperaram para ver...


segunda-feira, 21 de Abril de 2014

De Subtenente para Major

Logo eu que até me dei excelentemente com os 5 Almirantes com quem trabalhei na Marinha... Confuso? Não fique

domingo, 6 de Abril de 2014

A questão da sustentabilidade da dívida ou... a ausência dela.

Vítor Bento é — ao que consta — um estremocense que nenhum dos seus conterrâneos que eu conheça conhece. Menos paradoxal que esta ligação à terra que (alegadamente) o viu nascer, está a fluidez de um discurso sem rodriguinhos ou floreados. Aqui há uns tempos, quando defendia que apenas através do equilíbrio das contas públicas seria possível um crescimento futuro sustentável, era apelidado de profeta da desgraça, de pessimista incorrigível. Hoje, depois do grupo dos 74 notáveis ter dito que a nossa dívida é insustentável, já é apelidado de optimista inconsequente.
Oiçamos a sua opinião.



sábado, 29 de Março de 2014

Ora aí está uma campanha interessante

Ora aí está uma campanha interessante...
Já agora, venham para Portugal e descubram o Turismo Alentejano.


quarta-feira, 26 de Março de 2014

Língua Portuguesa - Riqueza Nacional


terça-feira, 18 de Março de 2014

Perspectivas II

Em Novembro de 2006 — parece mentira, mas já lá vão 7 anos e picos — publiquei um artigo que denominei Perspectivas. Hoje ao ver uns gráficos achei que aquele título merecia repetição. Passo a explicar: vi estes 4 gráficos, os quais — todos eles — representam o custo do dinheiro...
A percepção é diferente quando se observa cada um dos gráficos, sendo que dois destes gráficos representam uma conjuntura desfavorável enquanto que os dois restantes, pelo contrário, sinalizam ventos favoráveis.
Pois bem, apesar das reacções poderem ser diferentes em cada uma das situações, importa agora clarificar que todos os gráficos apresentados representam exactamente a mesma realidade: a evolução da Euribor a 3 meses; o 1.º gráfico reporta-se à Euribor3 durante o último mês; o 2.º durante o último ano; o 3.º durante os últimos 5 anos; e, finalmente, o 4.º gráfico reporta-se à evolução da Euribor3 nos últimos 10 anos.



 

segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

Cumplicidades

Às vezes as pessoas excedem-se.
Fico com a sensação que os dois principais intervenientes neste vídeo se devem conhecer muito bem. Eu diria - especulando, é claro - que o primeiro trata por tu o segundo e que, provavelmente, o inverso também será verosímil. Porém, uma coisa é tratar por tu; outra é abusar da confiança... pela reacção dos demais agentes da PSP pareceu-me que foi assim que eles entenderam o incidente.
 



terça-feira, 28 de Janeiro de 2014

Meryl Streep Makes Everything Sound More Interesting

Ser actriz não é para todas... tal como ser actor também não é para todos...
 
 

domingo, 26 de Janeiro de 2014

Afinal o que é moralmente abjecto?

Apenas hoje tive acesso a um artigo de opinião de João Cravinho.
(Se quiser aproveite agora para o ler e depois, se não estiver demasiado cansado, volte aqui para, no mínimo, observar outra perspectiva).
A imagem foi obtida no local para onde aponta a respectiva hiperligação
Aparentemente, o artigo de João Cravinho parece estar bem escrito e apelar aos mais nobres valores. O problema é que João Cravinho não demonstra a maior parte das suas afirmações, limitando-se a um lamber doce e a um falar mansinho que instiga à revolta dos menos esclarecidos.
Começando pelo princípio: o nosso modelo de Segurança Social foi criado numa época em que a estrutura demográfica da população portuguesa se caracterizava por os jovens activos serem em número largamente superior ao dos inactivos aposentados. Hoje, porém, a realidade é bem diferente: os inactivos aposentados são cada vez mais e, pior que isso, o número de activos que se encontra cada vez mais perto da reforma são igualmente em maior número que aqueles que estão agora a ingressar no mundo do trabalho. Os gráficos seguintes esclarecem - cabalmente, penso eu - a situação que estou a descrever.
A imagem foi obtida na respectiva hiperligação
A nossa pirâmide etária está cada vez mais a parecer-se um pião. De piramidal já não tem nada.
Por outras palavras, o modelo de segurança social existente ainda assume que a estrutura da nossa população é similar à imagem situada no canto superior esquerdo, quando na verdade está bem mais próxima da imagem situada no canto inferior direito. Daqui a passar a, literalmente, cone invertido é apenas uma questão de tempo... de uma geração, não mais.
Como é evidente, graças à alteração da estrutura da população e, bem assim, ao prolongamento da longevidade, a nossa segurança social está falida.
A maior parte dos países do norte da Europa já reagiram a esta nova realidade que também os atingiu. Portugal, infelizmente, apenas agora está a começar a reagir e, ainda assim, sem encarar frontalmente o problema. Em termos práticos, se os mais novos continuarem a financiar este modelo estão... tramados: não irá haver ninguém que financie as suas próprias reformas esperando-os um longo calvário na velhice.
Deixemo-nos de hipocrisias, só há duas formas de resolver o problema: (1) pôr cada cidadão a descontar fundamentalmente para si próprio (o que não invalida que uma parte das suas contribuições sejam canalizadas para a solidariedade social); e (2) fazer uso do IVA social para corrigir o enorme deficit que nos avassala (a nós, activos contribuintes) de forma dramática.
Antes de prosseguirmos nesta tese vejamos o quanto algumas pessoas estão erradas sem fazerem ideia disso. Primeiro, assumindo alguns pressupostos simplificadores, vamos estimar quantos anos seriam precisos para que cada cidadão financiasse a sua própria reforma. Atente-se então no quadro seguinte (clique para ver melhor):
Clique para maximizar (Imagem e cálculos do autor)

Imagine um jovem que ingressa agora no mercado de trabalho, digamos, 22 anos. Vai ganhar, digamos 600 euros de retribuição média mensal, o que equivale a uma remuneração de base de 514,29 euros. Vamos supor que este jovem trabalha ininterruptamente, sem registar qualquer situação de desemprego ou de baixa médica... ao fim de quanto tempo pensa o leitor que ele teria amealhado (através da Segurança Social) o suficiente para se reformar com pensão equivalente ao último vencimento?
Admito que alguns fiquem chocados ao constatar que ele apenas conseguirá tal desiderato ao fim 46 anos e 7 meses de contribuições, altura em que auferirá 89% da sua remuneração (que será o mesmo que auferiria estando a trabalhar porque desconta todos os meses 11% do seu vencimento).
Vai dizer-me que as contas estão erradas? Não! Não só não estão erradas como estão ao alcance da compreensão de qualquer 4.ª classe bem tirada. Pronto, agora vão dizer-me que estão simples demais e que falta aqui qualquer coisa... Não compliquem: assumam que a inflação é zero ou que a SS consegue garantir o valor das vossas prestações. Juntem tudo e dividam pelo número de meses da vossa esperança de vida.
Admito que este resultado possa ser chocante para alguns, em especial para aqueles que se reformaram com menos de 46 anos de serviço e continuam a achar que têm direitos e estão a ser vítimas, sabendo ainda que estiveram doentes e que estiveram algum tempo no desemprego. Vítimas são, efectivamente, aqueles que descontaram por mais que aquele tempo. Esses, sim, são vítimas e têm toda a razão do mundo para protestar pelos cortes que têm sido feitos de forma cega, atingindo o justo e o pecador.
Mas pronto, vou dar-vos razão: este modelo está simplificado e tem, sobretudo, propósito pedagógicos. Não representa, portanto, toda a realidade... o problema é que cada vez que aprofundamos o modelo os resultados são ainda mais adversos.
Imagine agora que aquele jovem que iniciou a sua actividade profissional neste mês de Janeiro de 2014 vai conseguir, naturalmente, aumentos de ordenado ao longo do seu percurso profissional e que, quando chega aos, digamos, 59 anos já tem uma retribuição média mensal de 6500 euros. Admita também que a SS consegue uma capitalização média dos fundos colocados sob sua gestão de, talvez, 1,25% em termos reais (ou seja, para além da inflação). Quando será agora que o ora jovem quando for sénior poderá reclamar a reforma por inteiro?
Clique para maximizar (Imagens e cálculos do autor)
Pois é: ao fim de 48 anos e quase um trimestre. Afinal, mesmo com capitalização de fundos ainda vai ser preciso mais tempo só para compensar o facto de as remunerações irem aumentando ao longo do percurso profissional dos activos.
Continua simplificado? Continua! Sabe-se que a aderência à realidade de um activo nunca estar doente e ou desempregado é diminuta. Por outro lado, sabe-se também que a própria Segurança Social tem encargos com instalações, com pessoal e que também tem despesas de funcionamento. Enfim, cada vez que se procura refinar o modelo acabam ainda mais hostis os resultados.
Eu também sou funcionário público (por pouco mais tempo, espero) mas sei que as reformas aos 36 anos de serviço de que a maioria dos meus colegas mais antigos beneficiaram e estão a beneficiar eram e são um achado, um grande privilégio. Era preciso que a capitalização real dos fundos atingisse uma cifra superior a 4,4% para possibilitar que alguém, ao fim de 36 anos de descontos, pudesse reclamar uma reforma por inteiro... Era preciso que o rendimento das aplicações de fundos fossem, por exemplo, de quase 10% ao ano quando a inflação estivesse a e 5 e poucos por cento. Possível? Possível era, verosímil já não.
Resumindo e baralhando: há alguma alternativa? Há! E, curiosamente, até Francisco Louçã e Cavaco Silva estão de acordo nesta matéria (surpreendido?): os impostos vão ter que auxiliar o equilíbrio da segurança social. A forma menos socialmente gravosa seria o regresso da taxa agravada de IVA e fazer dela a principal fonte de financiamento do deficit da Segurança Social. Popós topo de gama, iates, almoços a 150 euros por refeição contribuiriam da melhor maneira para uma finalidade social.
Quanto a João Cravinho apenas solicito que se deixe de conversas da treta, tipo solidariedade intergeracional e outras patacoadas do género que apenas beneficiam aqueles que já estão servidos deixando na penúria todos quantos vierem a seguir. Há razões para atacar Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque? Claro que sim também, mas fundamentalmente por atingir o justo quando apenas devia atingir o pecador. Podem também ser censurados por não resolverem o problema de vez, criando uma solução justa para o futuro.
Em resumo, o artigo de João Cravinho atinge o autor na exacta medida daquilo que imputa a Passos Coelho. Afinal, o que é moralmente abjecto?
 
 
Nota: O presente artigo foi também publicado em http://advalorem.antonioramalho.net
 

terça-feira, 21 de Janeiro de 2014

Memory of the Camps

Bom seria não lembrar, mas na verdade acho que ainda pior é esquecer...



segunda-feira, 20 de Janeiro de 2014

A Resolução da discórdia...

Esta é a Resolução que semeia a discórdia.
Independentemente da discussão sobre a oportunidade do debate, fico curioso em saber como responderiam (ou responderão) as pessoas... Eu, pela minha parte, responderia Sim e Não à primeira e segunda perguntas respectivamente. Sim, porque pai é pai e este tem direito a ter um relacionamento não cerceado. Não, porque continuo a entender que as crianças merecem ter pai e mãe, sendo o pai macho e a mãe fêmea. Esta situação é diferente da co-adopção, porque aí pelo menos um dos membros do "casal" (de indivíduos do mesmo sexo) é progenitor e, por outro lado, porque tal criança continuará a ter pai ou mãe fora do casal tal como, de resto, já acontece nos divórcios.
E você, como votaria?

domingo, 12 de Janeiro de 2014

Tira a mão da minha chucha

Por achar que este país apresenta sinais graves de deficit cultural, decidir publicar um vídeo enternecedor, enriquecedor e de cariz manifestamente pedagógico...

domingo, 3 de Novembro de 2013

Valores...



Subtil ironia ou retrato cru da realidade?

quarta-feira, 9 de Outubro de 2013

A forma como as mulheres se vêem a si próprias...

Confesso que sempre pensei que era na adolescência que as jovens se revelavam mais cruéis para si próprias... isto no sentido de descobrirem defeitos no seu próprio corpo que mais ninguém vê.
Depois de ver este vídeo - o qual, não obstante incorpore uma mensagem de marketing, parece apresentar algum rigor - fiquei a saber que tal característica feminina, afinal, se prolonga por muito mais tempo... tanto que eu nem imaginava.
 
 
 

domingo, 6 de Outubro de 2013

Para todos quantos passam a vida a lamentar-se...

... e eu não me vou excluir desse grupo...

sábado, 21 de Setembro de 2013

Uma imagem crua do país que temos

 
 
 
 


quinta-feira, 19 de Setembro de 2013

Os reformados e outros mitos...

Acabo de ler um artigo de Henrique Monteiro com o qual, em geral, concordo, mas - há sempre um "mas" - que carece de um ligeiro aditamento para separar águas.

Sobre este tema já me pronunciei aqui e aqui.
A ressalva é apenas e tão-só esta: alguns dos cortes anunciados - que abrangem pessoas que apenas descontaram durante meia dúzia de anos - constituem um acto da mais elementar justiça relativamente aos mais novos que estão a pagar tais reformas. Agora há também pessoas que trabalharam e descontaram por mais de 48 anos - conheço casos destes - que, de forma cega, estão também a ser atingidos por este "corta a direito". Estes últimos - e apenas estes - são tão vítimas como os actuais pagantes.

quarta-feira, 11 de Setembro de 2013

Porque hoje é 11 de Setembro...

Não sou do tipo de alimentar teorias da conspiração... mas lá que há aspectos muitos estranhos no 11 de Setembro lá isso há.
Certezas apenas uma: o dia de hoje ficou marcado no calendário da História como trágico. Muitos inocentes morreram... e muitas dúvidas relativamente aos culpados subsistem.
 

domingo, 1 de Setembro de 2013

Cool - A viagem de 23 anos de Peter

Há dois aspectos nesta história que não me convencem...
;

Passo a explicar: Gunther Holtorf e a sua mulher Christine terão andado 23 anos à volta do mundo. "Cool", dirão muitos, "que inveja" dirão outros. Eu próprio talvez também gostasse de fazer uma viagem do género se tivesse condições para isso...
Se ouviram o que o homem disse - e esse é o primeiro aspecto que não me convence - o dinheiro que gastaram até nem foi assim tanto, porque economizaram não frequentando restaurantes nem hotéis. Economizaram tanto que conseguiram abastecer um jeep Mercedes com 3 litros de cilindrada durante 23 anos. Pois eu digo: quem no dia 10 de cada mês já anda a esticar o dinheiro para ver se ele chega até ao próximo vencimento jamais poderia, mesmo que quisesse, fazer uma viagem similar. Portanto, o Gunther e ou a sua mulher Christine deveriam ser pessoas suficientemente abastadas para poderem dispensar "frivolidades" (das quais nunca devem ter estado arredados antes da sua épica viagem). Espero bem que tenham mesmo sido o Gunther e a sua mulher Christine a ganharem o dinheiro suficiente para tal empresa... mas nem disso tenho a certeza por uma simples razão: as pessoas que mais facilmente se desprendem dos bens materiais e de conforto são também aqueles a quem tais bens nunca faltaram desde cedo.
Outro aspecto que me chocou foi o facto de ter lido algures que pelo caminho tiveram um filho que - por não poder acompanhá-los na viagem - foi criado por familiares. Lindo! O empecilho foi despachado para a Alemanha enquanto os pais andaram a realizar o seu projecto de vida. O empecilho não teve o aplauso dos pais quando representou a sua primeira peça de teatro, quando marcou o primeiro golo não teve a quem o dedicar, quando sofreu a primeira desilusão amorosa não teve o afago de quem (habitualmente e em situações normais) o presta de forma solidária.
O pobre empecilho deve ter sido um miúdo bastante "cool": teve uns pais que andaram à volta do mundo a esturrar o que ganharam ou herdaram e ele teve de andar a "chamar pai a outro". Que inveja, o projecto de vida do pobre empecilho, filho de Gunther e de Christine, dois adultos que sofriam do complexo de Peter Pan, deixando o egoísmo atroz sobrepor-se à responsabilidade parental.
 
 

quarta-feira, 10 de Julho de 2013

Ménage à trois

Não, não vou esperar por ouvir aquilo que dizem os comentadores supostamente credenciados. Quero exprimir a minha opinião sem qualquer influência. Aquilo que acabei de ouvir do Presidente da República leva-me a concluir que entregámos os destinos do nosso país a profissionais das artes circenses.

Primeiro, foi a demissão extemporânea e irreflectida de Paulo Portas. Foi mau, muito mau, mas ainda assim aquele personagem conseguiu dar a volta, perante a posição de firmeza de Passos Coelho, e acabou a possibilitar um entendimento com o outro partido da coligação que, levado a cabo, amanhã a tempestade estaria amainada.
Era para mim impensável tanta falta de tino político, de bom-senso, de responsabilidade e de sentido de Estado, por parte de Cavaco Silva. Este homem acabou de nos atirar - receio que irremediavelmente - para um pântano onde cria condições para que aconteça tudo quanto ele, supostamente, pretendia evitar.
É uma ingerência na vida interna do PS querer obrigá-lo a um entendimento forçado com o PSD e com o CDS. O Presidente quer impor um ménage à trois quando antecipadamente sabemos que António José Seguro não vai querer alinhar nele. Esta estupidez inenarrável do "governo de salvação nacional" vai ser, receio bem, afinal, a extrema unção e o caminho mais rápido para o afundamento nacional.
Como disse, não esperei por ouvir os comentadores credenciados. Quis escrever aquilo que senti sem influências. Resumo agora aquilo que (receio) se vai passar:
  • ao invés de amanhã termos governo e o país a seguir um rumo - melhor ou pior, agora não importa - vamos ter 4 ou 5 semanas de indefinição que irão agravar os juros da nossa dívida externa e impedir Portugal de voltar aos mercados;
  • se o objectivo era "entalar" o PS ou propiciar a substituição do seu líder, acho também que tal objectivo, para além de irresponsável, é imoral;
  • a comunidade internacional vai penalizar-nos seriamente por tamanha tacanhez de espírito de Cavaco Silva que se transformou - com o seu querer parecer independente - no coveiro de Portugal.
Que tristeza, que decepção!

domingo, 7 de Julho de 2013

Carros movidos a algas? - futuris


Se há coisa em que Portugal é rico é em Mar. A nossa Universidade do Algarve também tem desenvolvido um trabalho sério no âmbito da exploração das potencialidades do mar.
O vídeo seguinte reporta-se a uma investigação que está em curso na Irlanda. Espero que tal investigação seja bem sucedida... de facto, nós portugueses temos certamente muito potencial para tirar partido dela.



sábado, 6 de Julho de 2013

A mocidade dos cotas XVI - Ray Charles

Eu ainda nem sequer era nascido quando Ray Charles produziu Hit the Road Jack, de qualquer modo esta música preencheu longos períodos da minha infância... depois da adolescência... depois da idade adulta... e de quando em vez, lá volta ela a marcar presença novamente. Tornou-se uma música intemporal que todos conhecem, independentemente de terem nascido antes ou depois de 1961 (ano da sua primeira edição).

sexta-feira, 5 de Julho de 2013

As marcas do tempo: as fisionomias alteram-se mas preserva-se o Amor!

Vejam aqui aquilo a que me refiro.

sábado, 29 de Junho de 2013

Os bons e o maus

Estou farto de "conversas de barriga cheia". Não dá para aturar
mais. Estou cansado de ver pessoas a catalogar os seus semelhantes em duas grandes categorias: (1) os bons; e (2) os maus. Por vezes existem ainda um número variável de categorias intermédias, do tipo "assim-assim" que é como que uma espécie de purgatório das almas penadas destes mundo.
E o que tem esta catalogação de sui generis? Nada de especial... a não ser que os que passam a vida a culpar os outros são, invariavelmente, os bons, e as vítimas dos seus impropérios são, obviamente, os maus. Isto faz-me lembrar aquela suprema hipocrisia que muito associo às confissões religiosas: se algo de bom te acontecer, dá graças a Deus (seja ele Jeová, Allah, o Buda ou o Robocop III); se algo de mau acontecer então a culpa é, só pode ser, dos homens.
Para onde quer que me vire só vejo fundamentalistas, sejam eles aqueles que acham que os carros deviam ser banidos das cidades, sejam os opositores às touradas ou os seus acérrimos defensores, sejam os ecologistas bacocos que dão muita importância a um qualquer coleóptero  mas são capazes de excluir o homem do ecossistema, sejam eles os puristas conservadores que sobrelevam uma cultura passada sem reconhecem idêntico direito a qualquer manifestação cultural contemporânea. Há uns, em especial, que me tiram do sério: são aqueles do "lá fora é que é", que enchem a boca com os "países evoluídos" sem se darem conta do atraso de vida que é a sua própria mentalidade.
Estou farto deles! E, isso de "estar farto deles", só prova que não sou o BOM! Todos somos bons e maus, é certo, mas os piores de todos nós são justamente aqueles que se acham o máximo, aqueles que para tudo arranjam uma desculpa e, finalmente, aqueles que para todas as situações arranjam um culpado.
Para tais "bons", permitam-me que vos saúde em função do respeito que vos tenho: vão buscar o estrume ao bardo!... que é como quem diz, vão barda...
 

sábado, 22 de Junho de 2013

Conferência «E se Portugal sair do euro?»


domingo, 16 de Junho de 2013

Em véspera da greve dos professores...

... é bom recordar que há quem queira marcar "goals" em "off side"


sexta-feira, 14 de Junho de 2013

The B Team

Tenho visto proliferar um pouco por todo o lado diferentes tipos de organizações cujo propósito é... salvar o mundo. Porém, infelizmente, grande parte delas não apresenta as necessárias características de sustentabilidade para que possam ser levadas a sério. A maioria destas ataca a gula capitalista - a qual é, indiscutivelmente, um elemento comprovadamente nocivo (ou seja, um facto sustentado empírica e cientificamente) para um adequado equilíbrio entre as exigências do presente e as necessidades do futuro - mas não apresenta soluções alternativas credíveis. Desde logo, porque desprezam a própria natureza humana - parecendo até que ainda acreditam naquela "estória" da criação do "homem novo" (o qual nasceria sem as características omnipresentes ao longo dos séculos) -; depois porque, talvez pela razão precedente, dividem os homens em bons e maus e assentam a sua estratégia no combate aos maus (já que eles são, obviamente, "os bons").
A equipa do "Plano B" a que o vídeo seguinte faz referência é constituída por pessoas com provas dadas no mundo real, o qual é um mundo constituído por "bons" e "maus", sendo que uns e outros podem ser os mesmos consoante as circunstâncias. Esta característica, sem garantir necessariamente o sucesso da empresa que estão que a empreender, oferece pelo menos a característica da credibilidade à qual já podemos dar o benefício da dúvida.
Para mudar o mundo pode associar-se a esta iniciativa em http://bteam.org/ (eu já o fiz).
Veja o vídeo (em Inglês)




quarta-feira, 12 de Junho de 2013

Papa Francisco

Todos os que me conhecem sabem que sou "católico" desde que, pelo baptismo, fui "recenseado" como tal. Aqueles que me conhecem melhor sabem também que desde 1976 manifesto, com maior ou menor acutilância, a minha profunda descrença nestas coisas do "Divino". Isso não me impediu de entrar em Igrejas, de casar numa, de baptizar os meus filhos nelas... porque, é claro, em nenhuma destas circunstâncias não só não era apenas a minha opinião que contava, assim como também não sou tão ortodoxamente militante do ateísmo agnóstico ao ponto de as situações antes referidas - aparentemente incoerentes - me criarem qualquer espécie de incómodo. Afinal, a religião é também uma herança cultural e eu não renego a minha.
Posto isto, é tempo de passar à verdadeira razão que me motiva a escrever este comentário: denoto uma franca admiração - sem paralelo na minha história de adulto - pelo Papa Francisco. Sinto que é uma pessoa genuína (ao contrário do que senti por alguns dos seus antecessores, nomeadamente pelo último).
A dimensão humana do Papa Francisco desperta em mim um sentimento de fé - não necessariamente religiosa mas antes aquela que reputo de mais importante: a fé nas pessoas!
 
 

domingo, 9 de Junho de 2013

A manhã de 9 de Junho... de há 350 anos atrás

Bem diferentes deverão ter sido as ilustrações das imagens que aqui reproduzo (todas elas, com a devida vénia, do blogue Guerra da Restauração).
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 4 de Junho de 2013

4R - Quarta República: 3 conceitos básicos de política económica que o Governo ignora...ou o estado a que chegamos!

4R - Quarta República: 3 conceitos básicos de política económica que o Governo ignora...ou o estado a que chegamos! 
(Link para o original)

1. Têm-se multiplicado, nos últimos tempos, os ecos mediáticos das mais variadas formas de protesto contra a disciplina financeira e a chamada Austeridade que o Governo e a Troika personificam.
2. Um dado muito curioso desta ressonância mediática é a tendência para standardizar o registo ecográfico das acções de protesto, independentemente da sua real grandeza: tudo quanto seja manifestação de indignação à porta fechada ou em céu aberto, insulto ou provocação de responsáveis governamentais, boicote a sessões com a participação de responsáveis governamentais...a tudo é dada máxima relevância mediática, nem que se trate apenas de 1 “bicho-careta” empunhando 1 cartaz de protesto!
3. Mas isto sucede, fundamentalmente, porque o Governo não conseguiu ainda entender 3 conceitos básicos da política económica, cuja compreensão poderia ajudar a ultrapassar as terríveis dificuldades que o País enfrenta e, especialmente, eliminar a maldita Austeridade que nos consome: (i) as autoridades nacionais dos países do Euro, apesar das alterações ao regime económico que a introdução da nova moeda impuseram, continuam a ter ao seu dispor a faculdade de emitir moeda, sem Limite nem Receio; (ii) as relações entre credores, nomeadamente internacionais, e devedores soberanos, devem reger-se exclusivamente segundo a vontade dos devedores, cabendo aos credores subordinar-se a essa vontade, sem condições prévias ou subsequentes; (iii) o crescimento da actividade económica e do emprego dependem, “prima facie”, da capacidade oratória dos decisores políticos.
4. Quanto ao 1º conceito, da autonomia para emitir moeda sem Limite nem Receio, ele está implícito na notável e reiterada jurisprudência do TC em matéria orçamental – e, como alguns clarividentes líderes políticos ou de opinião têm sabiamente anotado, o Governo tinha a mais estrita obrigação de saber ler a Constituição...
5. Relativamente ao 2º conceito, é realmente difícil perceber a atenção que o Governo presta aos credores externos, nomeadamente aos oficiais (FMI e União Europeia), pois de há muito que lhes deveria ter voltado as costas e, se necessário, ter feito aprovar um Dec. Lei (seguramente constitucional) limitando as taxas de juro da dívida pública portuguesa no mercado e declarando o seu reembolso facultativo (se os investidores, por força dessas limitações, deixassem de comprar dívida pública portuguesa, isso seria problema deles, como é obvio, nós teríamos o conforto da Constituição)..
6. Finalmente quanto ao 3º conceito, parece que aqui o Governo já terá compreendido alguma coisa, mas tarde e a más horas...o método verbal de promoção da actividade económica e do emprego é praticamente infalível, basta atentar no estrondoso sucesso da sua aplicação na dinamização da economia francesa ao longo dos últimos 12 meses...
7. Resta acrescentar que é precisamente em nome (e em defesa?) destes 3 conceitos fundamentais que, para além das inúmeras e patrióticas acções de protesto que se têm sucedido de norte a sul e de este a oeste do País, vai também ser convocada uma greve geral lá para o final deste mês...o estado a que chegamos!
Publicada por Tavares Moreira

terça-feira, 28 de Maio de 2013

Bruno Nogueira comenta o Splash - Celebridades

segunda-feira, 27 de Maio de 2013

Aos 86 anos, para o fisco, deixei de ser Actor…

Aos 86 anos, para o fisco, deixei de ser Actor…

Esta é a opinião de Ruy de Carvalho. Transcrevo-a do site leituras

Senhores Ministros: Tenho 86 anos, e modéstia à parte, sempre honrei o meu país pela forma como o representei em todos os palcos, portugueses e estrangeiros, sem pedir nada em troca senão respeito, consideração, abertura – sobretudo aos novos talentos -, e seriedade na forma como o Estado encara o meu papel como cidadão e como artista.
Vivi a guerra de 36/40 com o mesmo cinto com que todos os portugueses apertaram as ilhargas. Sofri a mordaça de um regime que durante 48 anos reprimiu tudo o que era cultura e liberdade de um povo para o qual sempre tive o maior orgulho em trabalhar. Sofri como todos, os condicionamentos da descolonização. Vivi o 25 de Abril com uma esperança renovada, e alegrei-me pela conquista do voto, como se isso fosse um epítome libertador.
Subi aos palcos centenas, senão milhares de vezes, da forma que melhor sei, porque para tal muito trabalhei.
Continuei a votar, a despeito das mentiras que os políticos utilizaram para me afastar do Teatro Nacional. Contudo, voltei a esse teatro pelo respeito que o meu público me merece, muito embora já coxo pelo desencanto das políticas culturais de todos os partidos, sem excepção, porque todos vós sois cúmplices da acrescida miséria com que se tem pintado o panorama cultural português.
Hoje, para o Fisco, deixei de ser Actor…e comigo, todos os meus colegas Actores e restantes Artistas destes país – colegas que muito prezo e gostava de poder defender.
Tudo isto ao fim de setenta anos de carreira! É fascinante.
Francamente, não sei para que servem as comendas, as medalhas e as Ordens, que de vez em quando me penduram ao peito?
Tenho 86 anos, volto a dizer, para que ninguém esqueça o meu direito a não ser incomodado pela raiva miudinha de um Ministério das Finanças, que insiste em afirmar, perante o silêncio do Primeiro-Ministro e os olhos baixos do Presidente da República, de que eu não sou actor, que não tenho direito aos benefícios fiscais, que estão consagrados na lei, e que o meu trabalho não pode ser considerado como propriedade intelectual.
Tenho pena de ter chegado a esta idade para assistir angustiado à rapina com que o fisco está a executar o músculo da cultura portuguesa. Estamos a reduzir tudo a zero… a zeros, dando cobertura a uma gigantesca transferência dos rendimentos de quem nada tem para os que têm cada vez mais.
É lamentável e vergonhoso que não haja um único político com honestidade suficiente para se demarcar desta estúpida cumplicidade entre a incompetência e a maldade de quem foi eleito com toda a boa vontade, para conscientemente delapidar a esperança e o arbítrio de quem, afinal de contas, já nem nas anedotas é o verdadeiro dono de Portugal: nós todos!
É infame que o Direito e a Jurisprudência Comunitárias sirvam só para sustentar pontualmente as mentiras e os joguinhos de poder dos responsáveis governamentais, cujo curriculum, até hoje, tem manifestamente dado pouca relevância ao contexto da evolução sociocultural do nosso povo. A cegueira dos senhores do poder afasta-me do voto, da confiança política, e mais grave ainda, da vontade de conviver com quem não me respeita e tem de mim a imagem de mais um velho, de alguém que se pode abusiva e irresponsavelmente tirar direitos e aumentar deveres.
É lamentável que o senhor Ministro das Finanças, não saiba o que são Direitos Conexos, e não queiram entender que um actor é sempre autor das suas interpretações – com diretos conexos, e que um intérprete e/ou executante não rege a vida dos outros por normas de Exel ou por ordens “superiores”, nem se esconde atrás de discursos catitas ou tiradas eleitoralistas para justificar o injustificável, institucionalizando o roubo, a falta de respeito como prática dos governos, de todos os governos, que, ao invés de procurarem a cumplicidade dos cidadãos, se servem da frieza tributária para fragilizar as esperanças e a honestidade de quem trabalha, de quem verdadeiramente trabalha.
Acima de tudo, Senhores Ministros, o que mais me agride, nem é o facto dos senhores prometerem resolver a coisa, e nada fazer, porque isso já é característica dos governos: o anunciar medidas e depois voltar atrás. Também não é o facto de pôr em dúvida a minha honestidade intelectual, embora isso me magoe de sobremaneira. É sobretudo o nojo pela forma como os seus serviços se dirigem aos contribuintes, tratando-nos como criminosos, ou potenciais delinquentes, sem olharem para trás, com uma arrogância autista que os leva a não verem que há um tempo para tudo, particularmente para serem educados com quem gera riqueza neste país, e naquilo que mais me toca em especial, que já é tempo de serem respeitadores da importância dos artistas, e que devem sê-lo sem medos e invejas desta nossa capacidade de combinar verdade cénica com artifício, que é no fundo esse nosso dom de criar, de ser co-autores, na forma, dos textos que representamos.
Permitam-me do alto dos meus 86 anos deixar-lhes um conselho: aproveitem e aprendam rapidamente, porque não tem muito tempo já. Aprendam que quando um povo se sacrifica pelo seu país, essa gente, é digna do maior respeito… porque quem não consegue respeitar, jamais será merecedor de respeito!

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