Cada dia que passa me convenço mais que há por aí uma certa imprensa que está, já estava, sempre esteve, desejosa de ser controlada por Sócrates.segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
O pior que nos envergonha (II)
Cada dia que passa me convenço mais que há por aí uma certa imprensa que está, já estava, sempre esteve, desejosa de ser controlada por Sócrates.sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
Acta n.º 2/2010 da Reunião CME de 20Jan2010 - Documentação das Reuniões de 2009
quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
Auto-estima colectiva
As imagens foram colhidas nos sítios para as quais apontam as respectivas hiperligações;
Publicado na edição de 04Fev2010 do Jornal Brados do Alentejo;
Artigos relacionados:
quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
CME Reunião de 03Fev2010
terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
SEMIRAMIS
domingo, 31 de Janeiro de 2010
Euribor Janeiro 2010
Os indexantes para os contratos de financiamento cuja renovação ocorre durante o mês de Fevereiro são os seguintes:- Euribor a 3 meses: 0,680%
- Euribor a 6 meses: 0,977%
sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
Mercado Municipal?
terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Acta n.º 1/2010 da CME (06Jan2010)
domingo, 24 de Janeiro de 2010
Comentário no blogue “A nossa terrinha”
sábado, 23 de Janeiro de 2010
Crónica do tempo que passa
quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
Reunião CME 20Jan2010
terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Acta n.º 27/2009 da CME
domingo, 17 de Janeiro de 2010
Euribor a 3 meses bate recordes
quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010
terça-feira, 12 de Janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010
O PSD está muito doente - Portugal - DN
O PSD está muito doente - Portugal - DN
quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010
Contradições
Vamos lá a um "suponhamos". Suponhamos que
um pai ou uma mãe contraria o instinto natural de um filho, ainda criança, de comer em excesso doces ou outras guloseimas que, a prazo, sejam consideradas potencialmente perigosas para a sua saúde. Suponhamos agora que o outro progenitor – o pai ou a mãe, agora para o caso não interessa – não liga pevide às "esquisitices" do cônjuge e que, por regra, lhe faz todas as vontadinhas. Parece evidente que aos olhos da criança, pelo menos neste capítulo, o ascendente que dá resposta pronta aos seus anseios goza da sua preferência, enquanto o outro passa por "mau da fita". Certo?
Ok. Imagine agora uma localidade brasileira chamada Angra dos Reis. Imagine também o corredor da Prefeitura (Câmara Municipal lá do sítio) cheio de promotores imobiliários a quererem construir no morro sobranceiro à Praia do Bananal. Finalmente, imagine que o Prefeito (o Presidente da Câmara lá do sítio) é, como se diz por cá, um gajo porreiro. Conforme disse e volto a sublinhar agora, aquilo que afirmei atrás é só imaginação, na medida em que não faço a mais pequena ideia se a construção existente no morro onde ocorreu o deslizamento de terras era clandestina (resultado da permissividade do município) ou se era licenciada (resultante, portanto, do facilitismo autárquico). O que sei – aliás, agora que o cheiro a morte está impregnado no local, já todos sabem – é que aquelas construções jamais podiam existir naquele local.
Bom, onde é que esta conversa nos leva? Leva-nos à conclusão que a democracia também tem aspectos perversos. São frequentes os casos em que os "porreiros" ganham as eleições aos que se rebelam contra o porreirismo malévolo. Devem então os eleitores ser tratados como aquelas crianças que só querem comer o que lhes faz mal? Jamais! A minha experiência pessoal ensinou-me que, assim o queiram, todos podem aprender. Para alguns pode levar
mais tempo, mas que lá que aprendem, isso aprendem. Digo mais: quando não aprendem a bem, aprendem a mal, com o tempo e com os desenganos da vida. Portanto, a minha fé na Democracia é inabalável. (Neste momento, em Angra dos Reis, já todos devem ter aprendido que o porreirismo tem consequências).
Por cá andamos mais uma vez às voltas com as contradições de alguns políticos. Todos se dizem democratas mas, na hora da verdade, chega-se à conclusão que há quem não vá à bola com petições, plebiscitos ou referendos. O curioso é que alguns dos opositores eram, até há bem pouco tempo, defensores da democracia directa exercida através de assembleias populares (daquelas de voto de braço no ar). Porque será que não querem referendos (a forma mais legitimada de democracia directa)? Será porque o voto secreto nos referendos inibe a coacção pessoal exercida nos plenários? Olha-me estes democratas!
Publicado na edição do Brados do Alentejo de 07Jan2010
Nota: Publiquei dois posts cujos conteúdos estão intimamente relacionados com os de hoje. Foram eles: Democracia Perversa e Democracia representativa.
As imagens foram colhidas nos locais para os quais apontam as respectivas hiperligações.
Reunião CME 06Jan2010
domingo, 3 de Janeiro de 2010
Frases... (VII)
quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009
Entrevista Arq.to Bouça
As afirmações do Sr. António Bouça vão de
encontro à ideia intuitiva que a generalidade dos estremocenses tem do Sr. Presidente da Câmara. Vou mesmo mais longe e digo mais: não tenho grandes dúvidas que o sucesso eleitoral do MiETZ ficou a dever-se, em grande parte, à imagem projectada pelo seu candidato de ser uma pessoa que… DESENRASCA! De facto, não obstante em Estremoz haja um grupo considerável de cidadãos que tem consciência que o "municipal porreirismo" prejudica, seriamente, todos quantos dele não beneficiam, a verdade é que também não faltam pessoas que vêem em Luís Mourinha o "aliado", o "amigo", que no Município irá zelar pelos seus interesses, se necessário for em detrimento de um abstracto interesse colectivo ininteligível para alguns, nomeadamente na cultura do "pato bravo".
Todavia, uma coisa são "ideias intuitivas" outra coisa, bem diferente, são factos provados e comprovados. Se bem que as primeiras podem contribuir para a formação de uma opinião são os segundos que verdadeiramente contam. Neste sentido, o PSD irá diligenciar junto de instâncias exteriores ao Município a investigação das alegações constantes na entrevista em referência. Entendemos que tanto Luís Mourinha como António Bouça têm direito à defesa do seu bom nome e que não podem ser condenados com base em meras alegações, um porque alegadamente fez, o outro porque alegadamente acusou injustificadamente.
Por outro lado, as ideias intuitivas podem ter – e geralmente têm – um reverso e também António Bouça não se livra da imagem de alguém insensível aos interesses dos cidadãos e dos investidores, das suas angústias ou dos seus problemas. É preciso ter noção que a lei e os regulamentos não visam atacar ninguém mas tão-somente defender os interesses de todos. Logo, não podem ser encarados de forma dogmática e muito menos serem usados como álibi para justificar verdadeiras crueldades de quem perdeu a noção que o Município deve servir, fundamentalmente e antes de mais, os munícipes. Faltando a cultura de serviço público, é muito perigoso manter técnicos com tal perfil no exercício de cargos dirigentes do Município.
Publicado na edição de 31Dez2009, na secção "Mesa Redonda", do Jornal Ecos.








