quarta-feira, 30 de junho de 2010

Acta CM Estremoz n.º 13 de 16Jun2010

Acta CM Estremoz n.º 13 de 16Jun2010

Euribor Jun2010


Os indexantes para os contratos de financiamento cuja renovação ocorra durante o mês de Julho são os seguintes:

• Euribor a 3 meses: 0,729% (Mais 0,042 pp que no mês passado e mais 0,084 pp que no trimestre anterior);
• Euribor a 6 meses: 1,013% (Mais 0,031 pp que no mês anterior e mais 0,017 pp que no semestre anterior).

Para saber qual a taxa de juro a aplicar basta adicionar o spread.
Os efeitos deste aumento da taxa de juro só irão evidenciar-se a partir do mês de Agosto.

Conclusão: a Euribor voltou a subir.

No entanto, a alteração do indexante ainda não irá gerar efeitos muitos significativos na bolsa dos endividados. De facto, aqueles que têm os seus empréstimos à habitação indexados à Euribor3 verão, a partir de Agosto, as suas prestações agravadas em € 3,78 por cada 100 mil euros de empréstimo. Para os que têm a indexação feita à Euribor6, o agravamento na prestação mensal, por cada 100 mil euros de dívida, será de, apenas, € 0,78.

Estremoz - assim vão as contas...

Estremoz - assim vão as contas... (Para ler clique na hiperligação)

Em menos de 6 meses a dívida a fornecedores aumentou mais de 1 milhão de euros

Em menos de 6 meses a dívida a fornecedores aumentou mais de 1 milhão de euros Siga a hiperligação para saber mais.

Documentação da Reunião CM Estremoz de 30Jun2010 (Actualização)

Documentação da Reunião CM Estremoz de 30Jun2010

Alerto que o ficheiro anteriormente disponibilizado foi actualizado com mais documentação entretanto fornecida pelos serviços camarários.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Documentação da Reunião CM Estremoz de 30Jun2010

Documentação da Reunião CM Estremoz de 30Jun2010

Ordem de trabalhos da Reunião CME 30Jun2010


Ordem de trabalhos da Reunião CME 30Jun2010

Bem-vindos

Bem-vindos

sábado, 26 de junho de 2010

A propósito dos temas em debate na AM

A propósito dos temas em debate na AM

sexta-feira, 25 de junho de 2010

O outro ad valorem...

Tenho também uma página pessoal dedicada, fundamentalmente, a temas políticos. O seu nome: ad valorem - Participação Cívica...
Entendi por bem excluir deste blogue todas as minhas intervenções que tenham por tema ou por objecto o Município de Estremoz. A razão porque o faço não é óbvia e por isso a explico: o ad valorem blogue começou por ser um mero repositório dos artigos que escrevo no quinzenário Brados do Alentejo. Ora, aqueles que lêem aquela coluna sabem que não a uso para fazer intervenção política de âmbito local, na medida em que exerço funções de tal índole na Câmara Municipal de Estremoz. Em boa verdade apenas o fiz em duas ocasiões distintas: (1) antes de sequer pensar em candidatar-me à autarquia; e (2) quando entendi fazer um comentário ao resultado das eleições de Novembro de 2009.
Como é evidente continuarei a falar aqui de política... todavia, se tais artigos forem de âmbito local terão, quando muito, uma chamada aqui e serão deslocados para o outro ad valorem.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Requiem por um sonho


Ainda criança disseram-me que a nossa missão na terra era conquistar um lugar no Céu. Sim, porque a vida pode acabar no corpo mas a Alma é imortal. Naquele tempo de inocência era para nós fácil acreditar nestas coisas. Afinal, só tínhamos que nos portar bem que S. Pedro nos abriria as portas do Céu… e valia a pena, já que as alternativas para uma alma pecadora eram as agruras do fogo do Inferno.
Lembro-me também com muita clareza da fase da minha vida em que comecei a pôr estas ideias em causa. Curiosamente coincidiu com uma fase do desenvolvimento da personalidade que a psicologia caracteriza como a "afirmação do Eu" (vá lá saber-se o porquê…). Enfim, pouco importa. O que importa aqui é que passaram muitos anos para voltar a acreditar na essência da Alma, até finalmente reconhecer que aquilo que somos em vida pode perdurar claramente para além da morte.
Como é evidente, não o descobri pela minha própria pessoa, mas sim por aqueles que, morrendo, me permitiram descobrir a existência de vida para além da morte. Às vezes é uma mera recordação, um contacto com um lugar, o reviver de uma situação, uma forma de tossir, de rir, de andar, um escrito reencontrado, uma foto ou, mais recentemente, um filme, às vezes é uma mesa ou uma cadeira, outras é a chuva, o vento, a neve ou o sol… Enfim, aqueles que nos marcaram em vida perduram na nossa memória e, enquanto houver memória, voltam a nós fazendo-nos reviver momentos de alegria ou de tristeza, provocando-nos sensações muito similares àquelas que sentimos enquanto partilhávamos um espaço e um tempo comum.
Na maior parte dos casos, aquela vida para além da morte prolonga-se por uma, duas, por vezes, três gerações, acabando por desvanecer-se de forma gradual se os vivos (no sentido literal do termo) não lhe prolongarem a existência através de um testemunho registado. Neste último caso, havendo registo escrito, áudio, vídeo, uma pintura ou uma gravura, a vida eterna pode até tornar-se possível, algo apenas atingível por alguns eleitos que conseguem fazer afirmar a sua presença muito para além da partilha do tempo e do lugar (em simultâneo) com os vivos.
Destes eleitos, um deles morreu esta semana conseguindo com a sua morte despertar as mesmas paixões e ódios que suscitou em vida. A este já está garantida a vida eterna.
Mas esta semana morreram também pessoas comuns. Morreram pessoas que não tiveram tempo de demonstrar toda a sua valia para além do círculo restrito daqueles com quem partilharam a sua breve existência, mas que nem por isso deixaram de ser notáveis para os que as amaram. Com elas morre também um sonho… daí este requiem. Cabe aos vivos conferir imortalidade às suas almas.

Publicado na edição de 24 de Junho de 2010 do Jornal Brados do Alentejo.
Também publicado em EstremozNet.
As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

A mocidade dos cotas... IX - Recordando Boney M

Era o tempo do music disco e era também o tempo de um grupo de cantores e bailarinos jamaicanos - sob a bitola de um produtor alemão (Frank Farian) - terem a sua coroa de glória. Foram inúmeros os sucessos que renderam discos de platina aos produtores - Daddy Cool, Rasputin, Ma Baker e Rivers of Babylon apenas para citar alguns.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Rain Drops keep falling on my head

A ebulução do ensino

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A aquisição do “Círculo”, novamente…


Este artigo foi deslocado para aqui.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Recordando Olivença


Los gobernantes son todos la misma merda. Confesso que esta frase me apanhou de surpresa. Não pelo conteúdo mas sim pelo facto de à última palavra faltar um "i" que não ouvi pronunciar. Reagi de imediato, interrompendo a dissertação do meu interlocutor espanhol, e perguntei-lhe porque razão tinha usado uma palavra portuguesa no meio de uma oratória em espanhol. Es porque soy de Olivenza, esclareceu ele acrescentando que tinha usado aquela palavra do português vernáculo para assegurar que eu o percebia bem. Então és tão português como eu, retorqui… No no, queda tranquilo, atalhou ele e depois enfaticamente, yo soy espanhol! Fiquei calado perante uma resposta tão categórica, talvez até um pouco desiludido, sentimento que o oliventino captou. Foi ele quem quebrou o silêncio – esquecendo por completo que antes estávamos a falar de política e de economia – dizendo: mi madre y mi abuela aún hablan portugués entre ellas en casa! Esta já gostei de ouvir. Os meus olhos devem ter brilhado novamente…
Confesso que achei fantástico que passados 209 anos de ocupação espanhola da Olivença Portuguesa ainda haja quem fale a língua de Camões no recato do lar. Já mo tinham dito, mas comprovado por um testemunho directo as coisas ganham outra força.
Em 1801, um valdevinos de 34 anos chamado Godoy – duque por usurpación, príncipe de iniquidad, general en la maldad, almirante en la traición, lascivo cual garañón, de rameras rodeado, con dos mujeres casado, en la ambición sin igual, en la soberbia sin par, y la ruina del Estado – comandou um poderoso exército de 30 mil efectivos e tomou, praticamente sem resistência, as praças de Olivença, Juromenha, Arronches, Portalegre, Castelo de Vide, Barbacena e Ouguela. Campo Maior resistiu por 18 dias e Elvas resistiu mesmo. Foi a chamada Guerra das Laranjas, assim denominada por o tunante ter enviado uma ramo de laranjeira para a sua amante, a Rainha Maria Luísa de Parma – uma cota de 50 anos, já desdentada mas ainda lasciva, que passou a vida a fazer filhos (15 no total), sendo a sua primeira descendência a infanta Carlota Joaquina (que casou com o nosso D. João VI) e o último o infante Francisco de Paula, um crápula que ao que parece saiu ao pai (o próprio Godoy) e que engravidou a irmã consanguínea (Carlota de Godoy). Agora vejam lá se este cromo não mereceu o título de Conde de Évora Monte que lhe foi concedido por D. João VI em 1797?
E agora querem saber a razão desta guerra? Pois bem, nenhuma ou, se quiserem, todas, se atenderem que os espanhóis se tinham metido com os franceses e tinham levado nas trombas. Daí a passarem a aliados foi um passo (não sem antes terem cedido a ilha de S. Domingos, actual República Dominicana e Haiti, a título de indemnização). O esforço agora era o de agradar a Napoleão, o qual não via com bons olhos a ligação de Portugal a Inglaterra, sua rival na hegemonia imperialista.
209 anos depois Olivença continua portuguesa… sob administração espanhola, é certo, mas ainda portuguesa.

As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Opera Company of Philadelphia "Flash Brindisi" at Reading Terminal Marke...

Euribor 6 ultrapassa 1%

Em 6 de Novembro de 2009 anunciámos aqui que a Euribor tinha, na véspera, baixado a fasquia de 1%. No dia 20 do mesmo mês, foi a média mensal daquele indicador que baixou aquela barreira histórica.
Hoje estamos aqui de novo para dar a notícia contrária à registada em 5 de Novembro, ou seja, a Euribor6 cotou hoje, mais de 7 meses depois, acima de 1%, mais precisamente 1,001%.
Em Novembro considerámos que aquela tinha sido uma boa notícia para os endividados empregados, já que o desemprego estava a registar valores assustadores e também sem paralelo no passado recente. Chegámos inclusivamente a formular um voto:
"Esperemos pois que quando as taxas de juro recomeçarem a subir já tenhamos, como compensação, uma taxa de desemprego bem mais baixa que a actual... Mas enfim, neste domínio, infelizmente, as perspectivas não são as melhores."
Infelizmente, aquilo que temíamos verificou-se... as taxas já estão a subir novamente e o desemprego não chegou a baixar, bem pelo contrário. Pior que isso, só registar que este facto ocorre precisamente no mês em que os impostos voltam a subir, resultando daí um sério ataque em duas frentes para debelitar ainda mais o já muito debilitado rendimento disponível das famílias.
Vai ser precisa muita coragem!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A propósito da compra do Círculo

Este artigo foi movido para aqui.

domingo, 6 de junho de 2010

Para reflectir

terça-feira, 1 de junho de 2010

Euribor Maio 2010 Prestação Julho

Os indexantes para os contratos de financiamento cuja renovação ocorra durante o mês de Junho são os seguintes:
• Euribor a 3 meses: 0,687% (Mais 0,042% que no mês passado e mais 0,016% que no trimestre anterior);
• Euribor a 6 meses: 0,982% (Mais 0,027% que no mês anterior e menos -0,014% que no semestre anterior).

Para saber qual a taxa de juro a aplicar basta adicionar o spread.
Os efeitos desta variação da taxa de juro só irão evidenciar-se a partir do mês de Julho.
A nota mais evidente do comportamento da Euribor deste mês foi o facto de ter sido acentuada a tendência de subida, se bem que o efeito no valor das prestações irá ser manifestamente reduzido (redução nos contratos indexados à Euribor6 e subida nos contratos indexados à Euribor3).

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