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sábado, 21 de setembro de 2013

Uma imagem crua do país que temos

 
 
 
 


sexta-feira, 29 de março de 2013

Vencimentos dos Cargos Políticos

Considero que não sou demagogo e portanto entendo que a hiperligação que hoje aqui coloco não é um acto demagógico.
 
Considero, sim, que quem fez este trabalho praticou um bom exercício de cidadania na medida em que (1) não mentiu, (2) produziu informação rigorosa e, finalmente mas não menos importante, (3) permitiu o acesso a informação que outros prefeririam que estivesse oculta.
 
Vou mais longe: sou daqueles que nem sequer considero que os políticos ganham muito... vou corrigir: que não ganham muito, no pressuposto que não andam a engendrar negociatas e que estão, efectivamente, a trabalhar para o país. De facto, infelizmente, há por aí políticos que estão unicamente preocupados consigo e com os seus e esses nem a água que bebem merecem, quanto mais o vencimento.
 
Um bom político pode contribuir para a criação da riqueza colectiva, por isso ganha pouco; um mau político apenas contribui para a sua própria riqueza nem que para isso tenha que deixar a população na miséria, por isso ganha demais.
 
Vejam agora aquilo a que me refiro:
 


sábado, 22 de dezembro de 2012

Rebuild the Dream

 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Sem papas na língua...

Quando as pessoas ficam fartas é compreensível que falem assim... digamos mesmo que acaba por ser natural.
Mas, se estivermos bem atentos ao fio do discurso poderemos notar que na oradora são visíveis reminiscências de alguém que, no passado, chegou a acreditar que podia haver seriedade e nobreza no exercício da causa pública. Foi o desencanto, a desilusão, que gerou o discurso actual.
 

sábado, 8 de setembro de 2012

Tirar aos pobres para dar aos ricos...


Encontro-me entre aqueles que num determinado momento acreditaram que Pedro Passos Coelho constituía a melhor solução para a conjuntura económica que o país atravessa…
Pois é, mas eu – e seguramente muitos mais – que o defendi e apoiei em lutas internas no PSD, que votei nele nas eleições nacionais por acreditar no seu projecto político para o país – ou por querer acreditar (não sei bem) –, que cheguei a achar ser o político mais honesto (de entre as opções disponíveis), sou agora também um daqueles que tem FUNDADAS dúvidas quanto ao acerto daquelas convicções agora remetidas para o passado da minha memória.
Deixo aqui a opinião de José Gomes Ferreira… a minha será publicada no site ad valorem – Participação Cívica.


 

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Indecências e impunidades


segunda-feira, 5 de março de 2012

Dívidas em atraso e empréstimos

Para ler no outro ad valorem


Dívidas em atraso e empréstimos

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A substância e a forma


Antes que pensem que estou a falar duma lei contabilística que enuncia a prevalência da substância sobre a forma, esclareço que a crónica de hoje não tem nada a ver com isso. Aliás, vou procurar demonstrar exactamente o contrário, ou seja, que numa perspectiva de longo prazo é a forma que prevalece sobre a substância. Confusos? Não fiquem, esclareço já.
Hoje escrevo sobre a inconsistência inúmeras vezes verificada entre o discurso e a prática. Se preferirem, podem considerar que vou escrever sobre aquilo que os políticos dizem e sobre aquilo que os políticos fazem. Creio ser pacífica a conclusão de que uma e outra coisa nem sempre são coincidentes…
Para os contemporâneos da decisão política (e que dela colhem os benefícios ou os inconvenientes) aquilo que verdadeiramente conta é o que observam e sentem no momento em que esta produz efeitos. Se quiserem, é a essência percebida (justa ou injusta, não interessa) que prevalece. Porém, numa óptica histórica, os efeitos das decisões políticas são encaradas de forma desapaixonada e, como tal, são avaliadas de uma forma mais objectiva. Neste contexto, é a forma, ou seja, aquilo que ficou registado, que tende a prevalecer (por alguma razão, a maioria dos heróis estão mortos…).
Vou dar alguns exemplos. John Locke é historicamente considerado como o precursor da defesa dos direitos das pessoas relativamente às arbitrariedades do poder. O que pouca gente sabe é que a máxima que defendeu de que os governados têm direito à sublevação contra os governantes tiranos, foi escrita por encomenda. Quando Locke pôs em causa a legitimidade sucessória da realeza, estava a dar corpo ao receio de que um rei católico apostólico (o futuro Jaime II) viesse a sentar-se no trono de Inglaterra. Até Locke estava longe de imaginar que o seu texto tinha ganho vida própria, muito para além daquilo que ele pudesse ter sentido ou pensado. Mais tarde, quando as colónias americanas entraram em conflito com a coroa britânica – por causa do pesado fardo fiscal que recaía sobre os colonos para pagarem a guerra dos setes anos (guerra que, entre outras coisas, permitiu que hoje também se fale inglês no Canadá) –, Thomas Jefferson, por muitos considerado o pai da nação americana, pegou nos textos de Locke e, substituindo algumas palavras e contextualizando outras, defendeu que "todos os homens são criados iguais, dotados (…) de direitos inalienáveis" na Declaração da Independência de 4 de Julho de 1776… ao mesmo tempo que era fazendeiro na Virgínia proprietário de escravos. Na revolução francesa, os artífices da declaração dos direitos do homem e do cidadão – a qual está na génese da actual Declaração Universal dos Direitos do Homem –, os jacobinos Robespierre e Marat, foram os mesmos que determinaram que o cutelo da guilhotina caísse sobre as cabeças que ousaram discordar da mentalidade dominante.
No longo prazo, o que prevaleceu afinal, a forma ou a substância?

Publicado na edição de 27Mai2010 do jornal Brados do Alentejo
Também publicado em EstremozNet

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Estremoz - Reunião CM 19Mai2010 - Últimos vídeos

Este artigo foi movido para aqui.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Estremoz - Reunião CM 19Mai2010 - Vídeo 08

Este artigo foi deslocado para aqui.

sábado, 22 de maio de 2010

Estremoz - Reunião CME19Mai2010 - Vídeo 07

Este artigo está agora aqui.

Estremoz - Debate sobre a água - Vídeo 06

Este artigo está agora aqui.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Estremoz - Vídeo 05 - Debate sobre a água

O artigo está agora aqui.

Estremoz - Reunião CM 19Mai2010 - Resposta do Presidente

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Estremoz - Debate sobre a água - Reunião CM 19Mai2010

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