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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A Resolução da discórdia...

Esta é a Resolução que semeia a discórdia.
Independentemente da discussão sobre a oportunidade do debate, fico curioso em saber como responderiam (ou responderão) as pessoas... Eu, pela minha parte, responderia Sim e Não à primeira e segunda perguntas respectivamente. Sim, porque pai é pai e este tem direito a ter um relacionamento não cerceado. Não, porque continuo a entender que as crianças merecem ter pai e mãe, sendo o pai macho e a mãe fêmea. Esta situação é diferente da co-adopção, porque aí pelo menos um dos membros do "casal" (de indivíduos do mesmo sexo) é progenitor e, por outro lado, porque tal criança continuará a ter pai ou mãe fora do casal tal como, de resto, já acontece nos divórcios.
E você, como votaria?

domingo, 1 de setembro de 2013

Cool - A viagem de 23 anos de Peter

Há dois aspectos nesta história que não me convencem...
;

Passo a explicar: Gunther Holtorf e a sua mulher Christine terão andado 23 anos à volta do mundo. "Cool", dirão muitos, "que inveja" dirão outros. Eu próprio talvez também gostasse de fazer uma viagem do género se tivesse condições para isso...
Se ouviram o que o homem disse - e esse é o primeiro aspecto que não me convence - o dinheiro que gastaram até nem foi assim tanto, porque economizaram não frequentando restaurantes nem hotéis. Economizaram tanto que conseguiram abastecer um jeep Mercedes com 3 litros de cilindrada durante 23 anos. Pois eu digo: quem no dia 10 de cada mês já anda a esticar o dinheiro para ver se ele chega até ao próximo vencimento jamais poderia, mesmo que quisesse, fazer uma viagem similar. Portanto, o Gunther e ou a sua mulher Christine deveriam ser pessoas suficientemente abastadas para poderem dispensar "frivolidades" (das quais nunca devem ter estado arredados antes da sua épica viagem). Espero bem que tenham mesmo sido o Gunther e a sua mulher Christine a ganharem o dinheiro suficiente para tal empresa... mas nem disso tenho a certeza por uma simples razão: as pessoas que mais facilmente se desprendem dos bens materiais e de conforto são também aqueles a quem tais bens nunca faltaram desde cedo.
Outro aspecto que me chocou foi o facto de ter lido algures que pelo caminho tiveram um filho que - por não poder acompanhá-los na viagem - foi criado por familiares. Lindo! O empecilho foi despachado para a Alemanha enquanto os pais andaram a realizar o seu projecto de vida. O empecilho não teve o aplauso dos pais quando representou a sua primeira peça de teatro, quando marcou o primeiro golo não teve a quem o dedicar, quando sofreu a primeira desilusão amorosa não teve o afago de quem (habitualmente e em situações normais) o presta de forma solidária.
O pobre empecilho deve ter sido um miúdo bastante "cool": teve uns pais que andaram à volta do mundo a esturrar o que ganharam ou herdaram e ele teve de andar a "chamar pai a outro". Que inveja, o projecto de vida do pobre empecilho, filho de Gunther e de Christine, dois adultos que sofriam do complexo de Peter Pan, deixando o egoísmo atroz sobrepor-se à responsabilidade parental.
 
 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Ménage à trois

Não, não vou esperar por ouvir aquilo que dizem os comentadores supostamente credenciados. Quero exprimir a minha opinião sem qualquer influência. Aquilo que acabei de ouvir do Presidente da República leva-me a concluir que entregámos os destinos do nosso país a profissionais das artes circenses.

Primeiro, foi a demissão extemporânea e irreflectida de Paulo Portas. Foi mau, muito mau, mas ainda assim aquele personagem conseguiu dar a volta, perante a posição de firmeza de Passos Coelho, e acabou a possibilitar um entendimento com o outro partido da coligação que, levado a cabo, amanhã a tempestade estaria amainada.
Era para mim impensável tanta falta de tino político, de bom-senso, de responsabilidade e de sentido de Estado, por parte de Cavaco Silva. Este homem acabou de nos atirar - receio que irremediavelmente - para um pântano onde cria condições para que aconteça tudo quanto ele, supostamente, pretendia evitar.
É uma ingerência na vida interna do PS querer obrigá-lo a um entendimento forçado com o PSD e com o CDS. O Presidente quer impor um ménage à trois quando antecipadamente sabemos que António José Seguro não vai querer alinhar nele. Esta estupidez inenarrável do "governo de salvação nacional" vai ser, receio bem, afinal, a extrema unção e o caminho mais rápido para o afundamento nacional.
Como disse, não esperei por ouvir os comentadores credenciados. Quis escrever aquilo que senti sem influências. Resumo agora aquilo que (receio) se vai passar:
  • ao invés de amanhã termos governo e o país a seguir um rumo - melhor ou pior, agora não importa - vamos ter 4 ou 5 semanas de indefinição que irão agravar os juros da nossa dívida externa e impedir Portugal de voltar aos mercados;
  • se o objectivo era "entalar" o PS ou propiciar a substituição do seu líder, acho também que tal objectivo, para além de irresponsável, é imoral;
  • a comunidade internacional vai penalizar-nos seriamente por tamanha tacanhez de espírito de Cavaco Silva que se transformou - com o seu querer parecer independente - no coveiro de Portugal.
Que tristeza, que decepção!

sábado, 29 de junho de 2013

Os bons e o maus

Estou farto de "conversas de barriga cheia". Não dá para aturar
mais. Estou cansado de ver pessoas a catalogar os seus semelhantes em duas grandes categorias: (1) os bons; e (2) os maus. Por vezes existem ainda um número variável de categorias intermédias, do tipo "assim-assim" que é como que uma espécie de purgatório das almas penadas destes mundo.
E o que tem esta catalogação de sui generis? Nada de especial... a não ser que os que passam a vida a culpar os outros são, invariavelmente, os bons, e as vítimas dos seus impropérios são, obviamente, os maus. Isto faz-me lembrar aquela suprema hipocrisia que muito associo às confissões religiosas: se algo de bom te acontecer, dá graças a Deus (seja ele Jeová, Allah, o Buda ou o Robocop III); se algo de mau acontecer então a culpa é, só pode ser, dos homens.
Para onde quer que me vire só vejo fundamentalistas, sejam eles aqueles que acham que os carros deviam ser banidos das cidades, sejam os opositores às touradas ou os seus acérrimos defensores, sejam os ecologistas bacocos que dão muita importância a um qualquer coleóptero  mas são capazes de excluir o homem do ecossistema, sejam eles os puristas conservadores que sobrelevam uma cultura passada sem reconhecem idêntico direito a qualquer manifestação cultural contemporânea. Há uns, em especial, que me tiram do sério: são aqueles do "lá fora é que é", que enchem a boca com os "países evoluídos" sem se darem conta do atraso de vida que é a sua própria mentalidade.
Estou farto deles! E, isso de "estar farto deles", só prova que não sou o BOM! Todos somos bons e maus, é certo, mas os piores de todos nós são justamente aqueles que se acham o máximo, aqueles que para tudo arranjam uma desculpa e, finalmente, aqueles que para todas as situações arranjam um culpado.
Para tais "bons", permitam-me que vos saúde em função do respeito que vos tenho: vão buscar o estrume ao bardo!... que é como quem diz, vão barda...
 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

The B Team

Tenho visto proliferar um pouco por todo o lado diferentes tipos de organizações cujo propósito é... salvar o mundo. Porém, infelizmente, grande parte delas não apresenta as necessárias características de sustentabilidade para que possam ser levadas a sério. A maioria destas ataca a gula capitalista - a qual é, indiscutivelmente, um elemento comprovadamente nocivo (ou seja, um facto sustentado empírica e cientificamente) para um adequado equilíbrio entre as exigências do presente e as necessidades do futuro - mas não apresenta soluções alternativas credíveis. Desde logo, porque desprezam a própria natureza humana - parecendo até que ainda acreditam naquela "estória" da criação do "homem novo" (o qual nasceria sem as características omnipresentes ao longo dos séculos) -; depois porque, talvez pela razão precedente, dividem os homens em bons e maus e assentam a sua estratégia no combate aos maus (já que eles são, obviamente, "os bons").
A equipa do "Plano B" a que o vídeo seguinte faz referência é constituída por pessoas com provas dadas no mundo real, o qual é um mundo constituído por "bons" e "maus", sendo que uns e outros podem ser os mesmos consoante as circunstâncias. Esta característica, sem garantir necessariamente o sucesso da empresa que estão que a empreender, oferece pelo menos a característica da credibilidade à qual já podemos dar o benefício da dúvida.
Para mudar o mundo pode associar-se a esta iniciativa em http://bteam.org/ (eu já o fiz).
Veja o vídeo (em Inglês)




quarta-feira, 22 de maio de 2013

Afinal, não deu em nada...

Pelo menos para já... A acusação que o cidadão Luís Filipe Pereira
Mourinha, na sua qualidade de representante do Município de Estremoz, intentou contra o autor deste blogue, mereceu despacho de arquivamento por parte dos serviços do Ministério Público.
Em causa estava - entre outras coisas - a publicação de um vídeo intitulado "História de uma violação".
Apesar de o acusado ter sido desonerado da sua condição de arguido e, bem assim, de ter deixado de estar sujeito à medida de coacção de "termo de identidade e residência", este ainda pode vir a ter incómodos com a Justiça se o Sr. Presidente da Câmara - com toda a monumental teimosia que habitualmente o caracteriza - decidir intentar uma "acusação particular"...
Enfim, cá estaremos para o que der e vier, cientes que nada nos pesa na consciência.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Tráfico de Mulheres - Para reflectir


sexta-feira, 29 de março de 2013

Vencimentos dos Cargos Políticos

Considero que não sou demagogo e portanto entendo que a hiperligação que hoje aqui coloco não é um acto demagógico.
 
Considero, sim, que quem fez este trabalho praticou um bom exercício de cidadania na medida em que (1) não mentiu, (2) produziu informação rigorosa e, finalmente mas não menos importante, (3) permitiu o acesso a informação que outros prefeririam que estivesse oculta.
 
Vou mais longe: sou daqueles que nem sequer considero que os políticos ganham muito... vou corrigir: que não ganham muito, no pressuposto que não andam a engendrar negociatas e que estão, efectivamente, a trabalhar para o país. De facto, infelizmente, há por aí políticos que estão unicamente preocupados consigo e com os seus e esses nem a água que bebem merecem, quanto mais o vencimento.
 
Um bom político pode contribuir para a criação da riqueza colectiva, por isso ganha pouco; um mau político apenas contribui para a sua própria riqueza nem que para isso tenha que deixar a população na miséria, por isso ganha demais.
 
Vejam agora aquilo a que me refiro:
 


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Michelle

Conseguem imaginar alguma das nossas primeiras damas a fazer isto?


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Observatórios... para observar por onde andam os recursos públicos

Não, não vou dizer que não possam ser úteis. Todavia, importa reconhecer, boa parte dos observatórios chumbam na análise custo/benefício, quando se comparam os recursos que absorvem com os resultados práticos que proporcionam. Vale a pena ver esta reportagem TVI.


sábado, 22 de dezembro de 2012

Rebuild the Dream

 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

E, para não variar, mais uma vez a corrupção...




Frases... XIV


"Não existe tal coisa como um infortúnio tão mau que as pessoas hábeis não saibam dele tirar proveito, como também não existe uma felicidade tal que os mais volúveis não transformem em prejuízo próprio"
La Rochefoucauld, François

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Zona Baixa de Lisboa antes de 1755

É deveras interessante este vídeo (produção nacional)

sábado, 8 de setembro de 2012

Tirar aos pobres para dar aos ricos...


Encontro-me entre aqueles que num determinado momento acreditaram que Pedro Passos Coelho constituía a melhor solução para a conjuntura económica que o país atravessa…
Pois é, mas eu – e seguramente muitos mais – que o defendi e apoiei em lutas internas no PSD, que votei nele nas eleições nacionais por acreditar no seu projecto político para o país – ou por querer acreditar (não sei bem) –, que cheguei a achar ser o político mais honesto (de entre as opções disponíveis), sou agora também um daqueles que tem FUNDADAS dúvidas quanto ao acerto daquelas convicções agora remetidas para o passado da minha memória.
Deixo aqui a opinião de José Gomes Ferreira… a minha será publicada no site ad valorem – Participação Cívica.


 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

The Beauty of Simplicity

Eis um magnífico vídeo promocional de Portugal. Bem bonito.


terça-feira, 31 de julho de 2012

Fizz Limão

Confesso-me fan de Miguel Araújo Jorge... mais que uma promessa é já uma certeza


sábado, 21 de julho de 2012

Curiosidades II - E não é que penso o mesmo?

Por mero acaso hoje dei com este texto na Wikipedia:
"De acordo com Mark Twain, a Bíblia retrata Deus (...) como sendo injusto, mesquinho, cruel e vingativo, punindo crianças inocentes pelos erros de seus pais; punindo pessoas pelos pecados de seus governantes, descontando sua vingança em ovelhas e bezerros inofensivos, como punição por ofensas insignificantes cometidas por seus proprietários"
Eu não tenho nenhuma razão para acreditar em divindades mas, daquilo que li na Bíblia - sim, sou ateu por isso mesmo, por ter lido a Bíblia -, não é que penso o mesmo?

 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Duvido que gostes disto...

sábado, 7 de julho de 2012

Isto é o que eu penso...

Vai dar para ler aqui.

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