quinta-feira, 18 de junho de 2009

Reacção ácida

Todos os que me conhecem e estão a par das notícias da terra sabem exactamente do que estou a falar. Enfim, os actos ficam para quem os pratica.

Pela parte que me toca, a reacção não irá ser ácida. Será serena, sem grandes alaridos. Mas sou uma pessoa determinada. Por isso, quando agir – e vou agir certamente – quero estar certo daquilo que suspeito... só me falta falar com uma pessoa. Espero que tal pessoa me responda à pergunta que lhe vou fazer. Quando o fizer, se o fizer, fica desde logo tudo esclarecido. Se não o fizer, por não o querer fazer, vai ficar tudo esclarecido na mesma.

2 Comentários:

Pedro M disse...

...mandam se cá para fora umas bocas,corre-se para o telemóvel, mandam-se umas sms em jeito de aviso "epa,leiam a minha entrevista!!estive bem não estive??".já lhe ouvi chamar muita coisa ...eu chamar-lhe-ia "manobras de mau perdedor"!Felicidades Ramalho.

António J. B. Ramalho disse...

Ora aqui está um daqueles conflitos existenciais com que por vezes nos deparamos. Entendi, por bem e por princípio, que quem quisesse comentar neste espaço se deveria identificar - no mínimo, perante mim e, preferencialmente, perante todos os outros também. É por essa razão que este espaço não permite comentários anónimos (se bem que alguns o possam ser na prática, quando o autor não é identificável para a generalidade das pessoas).
Hoje deparo-me com uma daquelas situações em estou disposto a abrir uma excepção. Recebi a seguinte mensagem de um colega:
«Ramalho:
Gostaria de no teu post "REACÇÃO ÁCIDA", pôr o meu comentário abaixo, como ANÓNIMO.
Agradeço que o faças por mim.
Um abraço:»
(e neste espaço vinha o nome do colega em questão)
O comentário que este meu colega pretende divulgar é o seguinte:
«Muitas vezes, o ladrão apanhado em flagrante com a boca na botija, em vez de ter uma retracção ética, enterra-se ainda mais, quando assanhadamente aponta para o Justiceiro e começa a gritar – “Agarra que é ladrão! Numa situação destas, a nossa postura e a nossa atitude, para além de ética, tem de ser necessariamente pedagógica. Parafraseando o evangelista Mateus (7,15) é caso para dizermos. – “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós com vestes de ovelhas, mas no íntimo são lobos ferozes.”»

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