As questões levantadas foram:
Os especialistas alertam: recordaremos 2016 como o ano em que arrancou a "desglobalização". As causas: o Brexit e o triunfo de Donald Trump, que ameaça fechar as fronteiras. Existe marcha atrás?Vale a pena ler!
ad valorem reflecte a convicção de que as pessoas têm valor e de que têm valores. Mesmo os mais burgessos. Logo, possuímos os ingredientes necessários para ultrapassar obstáculos e para vencer contrariedades.
Os especialistas alertam: recordaremos 2016 como o ano em que arrancou a "desglobalização". As causas: o Brexit e o triunfo de Donald Trump, que ameaça fechar as fronteiras. Existe marcha atrás?Vale a pena ler!
Não sei bem se estou a partilhar isto para outros ou, apenas e só, para meu uso futuro... Certo, certo, é que não quero perder esta ligação publicada pelo site Economias."Sempre que se despreza os que vivem com dificuldades do seu trabalho e se valorize a esperteza e o subir na vida, ainda não acabou.”
Vamos ser razoáveis, se você disser que se deixar cair um ovo de galinha ele se parte ao embater no solo, talvez não precise de o demonstrar para que as pessoas acreditem em si. O que não faltarão são pessoas que podem testemunhar que presenciaram situações similares. Anormal seria o ovo não se partir. Agora diga-me uma coisa: já alguma vez comprou uma casa a uma empresa sedeada num espaço off shore (aqueles paraísos fiscais onde repousa dinheiro de que não se sabe quem é o dono)? Não? Olha que estranho! Nem conhece ninguém (na família ou entre amigos) que tenha comprado? Não? Então se calhar isto não é normal, logo, não é coisa evidente. Bom, mas deve estar farto de saber que habitualmente as pessoas vendem as casas por um valor menor que aquele que despenderam por elas, em especial quando o vendedor é uma empresa que visa o lucro? Também não? Bom, isto está difícil. Se calhar estamos perante uma situação que não só não é evidente como também apresenta indícios contraditórios com a ideia intuitiva que temos de empresa. Ora aqui está uma daquelas situações em que se queremos que as pessoas acreditem na nossa boa-fé e na nossa integridade moral, então vamos ter de nos disponibilizar, humildemente, para explicar tudo tintim-por-tintim."