sábado, 29 de janeiro de 2011

Núcleo Museológico de CP - Opinião publicada

A perda do núcleo museológico da CP é algo que lamento profundamente mas que não me surpreende. O que me surpreendeu foi a polémica em torno da discussão deste assunto só agora ter surgido. De facto, esta perda já era expectável desde que o anterior executivo classificou a linha do caminho-de-ferro como “um garrote ao desenvolvimento da malha urbana” e, por conseguinte, como uma barreira física a eliminar. Quando soube de tal intenção pronunciei-me publicamente contra tal perspectiva no jornal Ecos, em Agosto de 2007, onde comparei a remoção da linha férrea à destruição da secção nordeste da muralha setecentista, justa e ironicamente, por esta, à época, também ter sido considerada um espartilho ao desenvolvimento urbano que impedia o acesso às ferrovias.

No ano passado, na reunião do dia 11 de Agosto, voltei a pronunciar-me contra a eliminação física da linha férrea, em protesto que consta da acta da sessão, defendendo que a regeneração urbana daquela zona da cidade era compatível com a manutenção de alguns carris para potenciar o seu aproveitamento turístico. Finalmente, na última reunião de câmara voltei a ser eu, uma vez mais, a pronunciar-me no mesmo sentido e foi na sequência dessa minha intervenção que a dita polémica se despoletou.

Ora, não podem agora os eleitos do PS dar ares de dama ofendida com este desfecho quando, na verdade, são os principais responsáveis pela situação que lhe deu origem. De facto, se há coisa que caracteriza o actual executivo é não apresentar ideias próprias, limitando-se a pôr no terreno, de forma acrítica, alguns projectos definidos no anterior mandato.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Entrevista ao ECOS (14Jan2011)

Para ler ou transferir os ficheiros da entrevista, clique na hiperligação:

domingo, 16 de janeiro de 2011

Guerre en Guinée - Documento histórico (hard stuff)


Este post surgiu na sequência de uma mensagem de e-mail que recebi com um link para o vídeo que aqui apresento.

Quero alertar que as imagens são duras. Apresentam um cenário de guerra no qual onde dois jovens militares morreram. Portanto, quem for mais sensível não deverá correr este vídeo.


A operação a que estas imagens se referem foi denominada "Ostra Amarga", embora entre os militares que nela participaram ficasse mais conhecida como operação "Paris Match". Ocorreu em 18 de Outubro de 1969.

Informações mais detalhadas sobre esta operação poderão ser encontradas no blogue "Luís Graça e Camaradas da Guiné", onde a história é contada por aqueles que viveram a guerra ao vivo e a cores.

Duas notas finais para os estremocenses:

  • a comandar a companhia emboscada pelas milícias do PAIGC estava o (então) capitão José Mendes Sentieiro, o qual veio a ser Comandante do Regimento de Cavalaria de Estremoz, entre 1991 e 1992;
  • o estremocense António de Spínola, à época Governador Militar da Guiné, confirma neste vídeo a fama que já vinha dos tempos em que havia comandado o Batalhão de Cavalaria n.º 345 (saído do RC3 de Estremoz) de não se furtar a estar presente nos cenários de guerra, em especial quando os seus subordinados eram vítimas de ataques.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Eu também estive entre aqueles que não acreditavam...

...mas hoje curvo-me perante a obra que este homem fez pelo seu país.


sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A minha prenda de Natal

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

CM Estremoz - Acta n.º 24/2010

CM Estremoz - Acta n.º 24/2010



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

HSM Specials - Andy Cohen (Inovação e Magia)

sábado, 18 de dezembro de 2010

Facturas obrigatórias....

sábado, 11 de dezembro de 2010

A mocidade dos cotas... XIII - Rain Drops keep falling on my head

sábado, 4 de dezembro de 2010

Práticas Empresariais: Quem tem medo de delegar?#links

Práticas Empresariais: Quem tem medo de delegar?

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Práticas Empresariais: Tomar decisões em grupo#comment-form#comment-form

Práticas Empresariais: Tomar decisões em grupo#comment-form#comment-form

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Práticas Empresariais: Pense nisto:#links

Práticas Empresariais: Pense nisto:#links

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O vendedor da banha da cobra

Só hoje tive acesso a uma transcrição - espero que fiel - da entrevista do histórico socialista Henrique Neto ao Jornal de Negócios do pretérito dia 5 de Novembro. Já tinha ouvido falar desta entrevista, mas apenas tinha lido um resumo. Hoje enviaram-me o texto que reproduzo abaixo. Entendi por bem que o devia divulgar.

Nota final:
O meu único reparo vai no sentido de considerar desajustada a referência aos vendedores de automóveis, profissionais que me merecem o maior respeito.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Notícias do Oriente

Consta por aí que a China poderá vir a comprar a dívida soberana de Portugal a preço de saldo… Diz-se também que poderá vir a entrar no capital do BPI… Também se fala que já terá negociado 10% do BCP… Enfim, estas são apenas algumas notícias que envolvem a China e Portugal, porque se alargarmos o âmbito das notícias, a grandiosidade daquilo que lemos e ouvimos é ainda maior. Por exemplo, a China tem as maiores reservas cambiais do mundo; o supercomputador mais rápido do mundo é chinês; se medirmos a dimensão da sua economia não apenas em dólares mas relacionando aquilo que se consegue comprar com a sua moeda (ou seja, usando a denominada “paridade de poder de compra”) a China é apenas e somente a 2.ª maior economia real do planeta, logo a seguir aos Estados Unidos (ou a 3.ª se considerarmos o conjunto da União Europeia nesta contabilidade).

Porém, se considerarmos que a China nos últimos 30 anos – isto é, desde que adoptou a fórmula mágica (e hipócrita também) de “um país, dois sistemas” – multiplicou por 15 a sua riqueza, então conclui-se que muito rapidamente o domínio económico mundial poderá passar para este país. Na verdade, partindo de uma situação miserável herdada da Revolução Cultural de Mao Tsé Tung, a China mercê do acesso à tecnologia que o ocidente lhe transferiu, cresceu a saltos de rã numa primeira fase, a saltos de canguru numa segunda, para estar agora a crescer a saltos de impala, queimando etapas sem ter de passar pelo longo estádio de desenvolvimento tecnológico que caracterizou a Europa ou os Estados Unidos. A questão que deriva desta situação é saber se isto é bom ou mau para o mundo ocidental. Quem souber que responda, mas há aspectos que suscitam apreensão e outros que são animadores.

No primeiro caso, temos que ponderar no facto uma ditadura dita comunista se estar a comportar como o mais vil especulador capitalista, comprando ao desbarato aquilo que os países periféricos da União Europeia – descapitalizados e endividados – têm para oferecer. Agrilhoados pelo poder do dinheiro, estes países constituem o elo mais fraco que facilitarão a implantação da China na Europa, não apenas através dos seus produtos (o que já acontecia) mas agora também através das participações de capital, ganhando espaço nos centros de decisão europeus. Por outro lado, na China impera actualmente um modelo de capitalismo selvagem que na Europa morreu ainda em vida da Rainha Vitória de Inglaterra. Os novos capitalistas chineses exploram sem escrúpulos os seus semelhantes com jornadas intensíssimas de trabalho, sem quaisquer condições e sem quaisquer regimes de protecção social, ao ponto de as vítimas de acidentes de trabalho ficarem à mercê da misericórdia de familiares ou amigos. Finalmente, o ocidente tem estado para lá a transferir tudo quanto é produção trabalho-intensivo criando uma dependência sem precedentes dos seus próprios aparelhos produtivos em relação à China.

Os aspectos positivos são, pelo menos, dois: (1) a China à medida que cresce torna-se também num dos principais mercados de destino, vendo-se forçada a “devolver” o dinheiro que actualmente acumula; (2) quanto mais reduzidas estiverem as assimetrias mundiais e diluídos os poderes económicos, melhor.

Publicado na edição n.º 748 do Jornal Brados do Alentejo;
Também publicado em EstremozNet;
As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A saque... como se protegem os incautos?

Consta que durante boa parte do século XX houve um sujeito do Norte que enriqueceu à custa da ignorância duma fracção bastante significativa de todas as novas empresas que se iam constituindo. O esquema era bem simples: o sujeito vigiava diariamente a 3.ª série do Diário da República e para toda e qualquer publicação dos pactos sociais das empresas mandava uma nota de despesas. O pretexto já nem sequer me recordo em concreto qual era, apenas fazia referência a uma pretensa formalidade obrigatória. Enfim, a verdade é que uma grande parte dos novos empresários caía na esparrela e quando vinham a dar por isso já era tarde.
A grande diferença entre esse aldrabão e os actuais era que ele cobrava relativamente pouco pelos "seus serviços", quase nunca valendo a pena empreender um processo judicial cujas custas instrutórias quase sempre excediam o valor em que os incautos eram lesados. Ele lucrava com a quantidade de burlas conseguidas e não com uma só em particular.
Actualmente as coisas estão a ficar diferentes. Os burlões do século XXI atacam a doer, com custos completamente desnecessários mas elevados e prestam, efectivamente, um serviço. Tal serviço é-nos tão útil e desejável como a mais arreliadora diarreia, mas a verdade é que quem queira intentar uma acção contra os novos burlões perde duas vezes: com a burla original em si; e com a perda no litígio judicial subsequente.
Um exemplo do que referi no último parágrafo está a ocorrer ao nível das marcas registadas no INPI. Registar a marca em si custa 100 euros; os serviços que nos são oferecidos custam mais do triplo. Quem cair que se levante a seguir, já que depois de aceitar de boa-fé o contrato não há safa possível.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Acta 22 CME 20Out2010

Para ler ou transferir siga a hiperligação...



Acta 22 CME 20Out2010

sábado, 30 de outubro de 2010

O seu a seu dono

Para ler este "desabafo" clique na hiperligação seguinte:

O seu a seu dono

A mocidade dos cotas... XII Creedence Clearwater Revival - Down on the corner 1969

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

PROT Alentejo

Para ler e obter a documentação correspondente clique na hiperligação seguinte:

PROT Alentejo

Documentação e OT da Reunião CME de 03Nov2010

Para obter a documentação clique na hiperligação seguinte:

 Documentação e OT da Reunião CME de 03Nov2010


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Totós

Tenho para mim que há brigas que não fazem sentido. As greves em França por causa do adiamento da idade da reforma de 60 para 62 anos enquadram-se nesta categoria. Curiosamente, a Alemanha já tomou este ano idêntica medida – adiando a idade de reforma dos 65 para os 67 anos – e, ao contrário do que está a acontecer em França, tal acção não provocou tanto alarido. Eu compreendo que na óptica individual daqueles que estão à beira duma reforma em relação à qual alimentaram expectativas, esta greve até faça sentido. Porém, se as pessoas pensarem um pouco facilmente concluem pela tremenda injustiça deste modelo relativamente ao futuro dos seus filhos e netos.
A explicação é simples: se alguém quiser, sem a intervenção do Estado, amealhar a sua própria reforma, vai precisar de 47 anos de poupanças para conseguir uma pensão de valor igual ao do último vencimento enquanto activo. Isto num contexto de uma esperança de vida de 80 anos. Isto sem pensar nos outros, ou seja, sem qualquer tipo de solidariedade social, sem dias de baixa, sem nunca estar desempregado, sem nunca obter qualquer tipo de apoio médico ou medicamentoso subvencionado pelo Estado.
Perante este cenário – que se tem vindo a agravar, com o prolongamento da longevidade – não consigo descortinar qualquer razão pertinente, dotada de um mínimo de racionalidade, que explique o motivo pelo qual vejo jovens de 20 e poucos anos a darem o seu apoio às greves em França. Será que aqueles totós ainda não entenderam que só estão a prejudicar-se a si próprios? Um jovem de 21 anos que comece agora a trabalhar, se depender só de si próprio e se não houver nenhum azar, só aos 68 anos poderia aspirar à reforma. Agora vamos lá abrir a pestana: se ele consentir que os mais velhos se reformem aos 60 anos, então isso significa também que 8 dos seus anos vão ser dados a outro, logo ele só vai conseguir reformar-se aos 76. Em alternativa, reforma-se também aos 60 anos mas leva a pensão correspondente a menos 16 anos de contribuições (8 dele + 8 daquele por quem agora está a fazer greve) e “contenta-se” com uma reforma de cerca de 33% do valor do último vencimento. Ah valentão, acabaste de fazer figura de urso...
Aliás, Sarkozy também está a ser totó... Deixemo-nos de tretas, o actual modelo de pensões é inviável, portanto, mudem-se as regras e acabe-se de vez com a idade da reforma. Cada um reforma-se quando quiser, contando para o efeito com 2/3 das suas próprias contribuições e ainda com a sua quota-parte do remanescente de um fundo de solidariedade social criado (com 1/3 de todas as contribuições) para acudir, em primeiro lugar, aos verdadeiramente necessitados. Se chega, tudo bem; se acha pouco, trabalhe mais tempo. Com um modelo destes ainda se salvaria alguma solidariedade social e impedir-se-ia a tremenda injustiça que actualmente está a ser cometida sobre os mais jovens, que sendo cada vez menos trabalham para cada vez mais.

Publicado na edição n.º 747 do Jornal Brados do Alentejo (28Out2010);
Também publicado em EstremozNet;
As imagens foram colhidas nos sítios para os quais remetem as respectivas hiperligações

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O fracasso das negociações vistas por Catroga

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Useful Dog Tricks performed by Jesse

sábado, 23 de outubro de 2010

Em tempos de crise, a pouca vergonha do costume

Em tempos de crise, a pouca vergonha do costume


É deveras constrangedor constatar que há instituições que se deliciam em tramar os mais incautos. Neste capítulo incluo algumas instituições financeiras, nomeadamente bancárias, as quais não obstante continuem a realizar lucros supranormais em contexto de crise ainda não se conformaram com o facto de o MERCADO andar a proporcionar aos seus clientes taxas de juro anormalmente baixas.

Para ler o resto clique aqui.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Bom fim-de-semana

Enquanto não aprovam o orçamento, façam o favor de descontrair...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Acta da Reunião CME de 06Out2010

Acta da Reunião CME de 06Out2010

Elasticidades

Elasticidades

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Turismo e Técnicas de Gestão

Turismo e Técnicas de Gestão

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Ordem de Trabalhos da Reunião CME 20Out2010

Para obter a documentação distribuída aos vereadores consulte o site ad valorem - Participação Cívica

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A 4.ª República

A 4.ª República vai ser, espero eu, um regime presidencialista. Sobejam razões para podermos considerar o actual modelo semipresidencial (ou semiparlamentar, como lhe queiram chamar, que em qualquer caso continua a não ser nem carne nem peixe) desadequado às necessidades da democracia portuguesa. Se dúvidas houvesse, bastava ter ouvido o início do último “Prós e Contras” (sim, só vi o início) com Eanes, Soares e Sampaio, para elas se dissiparem…

O primeiro defendeu uma terrorista pedagógica conhecida por Milú, a qual é a principal responsável pela instituição do “faz de conta” no ensino. O segundo disse que a crise que se vive actualmente não é exclusiva do país, parecendo desculpabilizar a governação socialista pela mais longa crise continuada (já leva quase dez anos) de há 80 anos para cá, essa sim um triste exclusivo nosso. O terceiro procurou justificar às massas a sua célebre frase do “há mais vida para além do défice” (sem a referir expressamente), confirmando agora que ainda não percebeu a essência do problema económico que afecta o país.

Por outro lado, todos estes Doutores Honoris Causa constituíram, cada um a seu tempo, a causa de crises políticas em Portugal. O caricato deste modelo é que o Presidente da República é suposto ser o garante da estabilidade, da conciliação, do avir entre partes desavindas… e o que foram eles? Eanes fez a folha a Soares, a ponto do partido deste ter ficado reduzido a 18%... Soares era o seu inimigo de estimação. Soares desforrou-se logo de seguida ao conseguir sentar-se na cadeira presidencial e fez Cavaco cozer em lume brando preparando a entrada triunfal de Guterres… Cavaco era o seu inimigo de estimação. Sampaio fez de Santana o seu inimigo de ocasião, estendendo o tapete a um quase engenheiro que dá pelo nome de Sócrates, a quem não são conhecidas trapalhadas nem tampouco sobre ele recaem quaisquer suspeitas… Por fim Cavaco ajustou contas com Soares fazendo crer que a sua formação e experiência na área económica iriam ser fundamentais para fazer face aos momentos difíceis que se adivinhavam… e vejam lá do que é que isso nos valeu.

Em síntese, o verdadeiro problema não está sequer nas pessoas, as quais acabam por agir em conformidade com a natureza do confronto político que este modelo proporciona. Ou seja, o Presidente vai a jogo sempre com trunfos e descarta-os a seu bel-prazer sempre que entende conveniente fazê-lo. Dito de outro modo, o presidente ganha sempre ou quase… (é preciso não esquecer que Sócrates esteve quase a ganhar uma partida de bisca lambida com a cena das escutas na presidência).

E é disto que nós precisamos, pergunto eu? Não! Na 4.ª República, o líder do governo será também, espero eu, o presidente da nação! Assim, sem álibis nem interferências.

Publicado na edição n.º 746 do Jornal Brados do Alentejo (14Out2010);
Também publicado em EstremozNet;
As imagens foram colhidas nos sítios para os quais remetem as respectivas hiperligações.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A mocidade dos cotas... XI Johnny Nash - I Can See Clearly Now



I Can See Clearly Now
Johnny Nash

I can see clearly now, the rain is gone,
I can see all obstacles in my way
Gone are the dark clouds that had me blind
It’s gonna be a bright (bright), bright (bright)
Sunshinning day.


I think I can make it now, the pain is gone
All of the bad feelings have disappeared
Here is the rainbow I've been prayin’ for
It’s gonna be a bright (bright), bright (bright)
Sunshinning day.


Look all around, there's nothin' but blue skies
Look straight ahead, nothin' but blue skies

I can see clearly now, the rain is gone,
I can see all obstacles in my way
Gone are the dark clouds that had me blind
It's gonna be a bright (bright), bright (bright)
Sunshinning day. (x3)

Banqueiros reunidos com Passos Coelho

Para ler o artigo siga a hiperligação seguinte:

Banqueiros reunidos com Passos Coelho

domingo, 10 de outubro de 2010

As sempre bem-vindas opiniões de Medina Carreira

As sempre bem-vindas opiniões de Medina Carreira

Para quem já está com saudades da praia

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Frei Fernando Ventura sobre a situação do País

Vote no Tiririca, pior que tá, não fica!

E não é que acabou eleito?

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Documentação da Reunião CM Estremoz 06Out2010

Documentação da Reunião CM Estremoz 06Out2010

Ordem de Trabalhos da Reunião CME de 06Out2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

4R - Quarta República: Sim, Senhor 1º Ministro!...

4R - Quarta República: Sim, Senhor 1º Ministro!...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Novos recursos TTG

Novos recursos TTG

sábado, 2 de outubro de 2010

Live Curious Legendado em Português - National Geographic Channel



Uma mensagem interessante:

If you are, you breath
If you breath, you talk
If you talk, you ask
If you ask, you think
If you think, you search
If you search, you experience
If you experience, you learn
If you learn, you grow
If you grow, you wish
If you wish, you find
and if you find... you doubt
If you doubt, you question
If you question, you understand
and if you understand, you know
If you know, you want to know more
and if you want to know more, you are ALIVE!

Documentação das Reuniões CM Estremoz Set2010

Documentação das Reuniões CM Estremoz Set2010

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