quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Banqueiros reunidos com Passos Coelho

Para ler o artigo siga a hiperligação seguinte:

Banqueiros reunidos com Passos Coelho

domingo, 10 de outubro de 2010

As sempre bem-vindas opiniões de Medina Carreira

As sempre bem-vindas opiniões de Medina Carreira

Para quem já está com saudades da praia

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Frei Fernando Ventura sobre a situação do País

Vote no Tiririca, pior que tá, não fica!

E não é que acabou eleito?

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Documentação da Reunião CM Estremoz 06Out2010

Documentação da Reunião CM Estremoz 06Out2010

Ordem de Trabalhos da Reunião CME de 06Out2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

4R - Quarta República: Sim, Senhor 1º Ministro!...

4R - Quarta República: Sim, Senhor 1º Ministro!...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Novos recursos TTG

Novos recursos TTG

sábado, 2 de outubro de 2010

Live Curious Legendado em Português - National Geographic Channel



Uma mensagem interessante:

If you are, you breath
If you breath, you talk
If you talk, you ask
If you ask, you think
If you think, you search
If you search, you experience
If you experience, you learn
If you learn, you grow
If you grow, you wish
If you wish, you find
and if you find... you doubt
If you doubt, you question
If you question, you understand
and if you understand, you know
If you know, you want to know more
and if you want to know more, you are ALIVE!

Documentação das Reuniões CM Estremoz Set2010

Documentação das Reuniões CM Estremoz Set2010

Novos recursos

Novos recursos

Actas CM Estremoz números 17 e 18

Para consultar ou transferir siga a hiperligação

Actas CM Estremoz números 17 e 18

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Prescritores e prescrições

Quando viajo de automóvel, sozinho, a minha companhia é a rádio. Ouço música, escuto atentamente programas temáticos, rio-me com o humor do “Tubo de Ensaio” ou do “Governo Sombra” e, finalmente, aproveito ainda para ficar a par das notícias do país e do mundo. Curiosamente, os noticiários radiofónicos cativam mais a minha atenção e, ao mesmo tempo, desencadeiam em mim uma reflexão mais intensa em relação aos factos relatados e às opiniões veiculadas que os seus homólogos televisivos. Talvez seja pela ausência de imagens, talvez seja por serem mais objectivos, a verdade é que capto melhor as mensagens e as opiniões associadas a cada notícia quando as ouço na rádio.

A crónica de hoje tem a ver justamente com algumas das notícias que ouvi esta semana. Por exemplo, ouvi o bastonário da ordem dos médicos indignar-se com a possibilidade de os medicamentos de marca prescritos poderem vir a ser substituídos pelos seus equivalentes genéricos. Sinceramente, não vi qualquer razão atendível para justificar tanta indignação. Salvo melhor e mais fundamentada opinião, a responsabilidade médica termina com a prescrição da substância activa cuja toma vai combater as maleitas dos pacientes. É do INFARMED a responsabilidade de garantir que um genérico tem efectivamente a mesma composição química que o medicamento de marca, cuja patente caducou pelo mero decurso do prazo que garantiu a exclusividade de comercialização (ou de licenciamento da produção) ao laboratório que criou o fármaco. Em princípio, aquele prazo foi suficiente para ressarcir a empresa que desenvolveu o medicamento pelo esforço financeiro associado à respectiva investigação e desenvolvimento experimental. Findo o prazo, os preços de tais medicamentos devem estar sujeitos às demais leis do mercado, não devendo ninguém ser obrigado a pagar mais que o estritamente necessário.

Outra notícia que me fez pensar teve que ver com as reacções de algumas pessoas à intenção de automatizar as portagens e, consequentemente, limitar os pagamentos em níquel, em especial nas futuras ex-SCUT (auto-estradas até aqui não portajadas). Que pagar não agrade a ninguém, até compreendo, agora quando me falam que os dispositivos electrónicos associados às portagens (seja Via Verde, chip ou outros) são um atentado à reserva da vida privada já acho, manifestamente, um exagero. Enfim, adiante. Quem prescreveu uma boa solução para esta situação das futuras ex-SCUT passarem a ser portajadas foi, em 2005, o então Ministro das Obras Públicas e actual presidente da EDP, António Mexia. A opinião que então veiculou era que ninguém pagava portagens na área da sua residência. Na altura concordei e agora continuo a achar que esta era uma boa solução: toda a gente devia ter direito a 100 Km de auto-estrada gratuita. Aqui em Estremoz podíamos ir de Elvas a Montemor sem pagar um tusto… daí para a frente ou pagava ou ia por estradas secundárias. E como isentávamos os residentes? Lá está, com Via Verde ou dispositivo equivalente… Quem se sentisse atacado na sua privacidade pagava as portagens e não se falava mais nisso. Esta era a minha prescrição.

Notas:
  • Publicado na edição de 30Set2010 do Jornal Brados do Alentejo;
  • Também publicado em EstremozNet;
  • As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Inovação (made in China)

O despertar da China... faz lembrar o Japão (que muitos subestimaram durante demasiado tempo) há cerca de 30 anos (época em que ainda era voz corrente que os produtos nipónicos não tinham qualidade). Vejam só estes estudos para um novo figurino de autocarros



E que dizer deste comboio que nunca para? Veja só...




Se está a pensar que pode continuar a subestimar a China desengane-se. O vídeo seguinte traduz um sinal exterior de riqueza da sub-China capitalista (Hong Kong)... mas não se esqueça que os donos destes automóveis são os principais investidores da neo-liberal China (alegadamente ainda) comunista.


Pense no que viu...

sábado, 18 de setembro de 2010

A mocidade dos cotas... X Queen - Bohemian Rapshody



Esta é uma das mais emblemáticas criações de Freddy Mercury nos idos anos de 1975. Vale a pena recordar...

Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality
Open your eyes
Look up to the skies and see
I'm just a poor boy
I need no sympathy
Because I'm easy come, easy go
A little high, little low
Anyway the wind blows
Doesn't really matter to me, to me
Mama, just killed a man
Put a gun against his head
Pulled my trigger, now he's dead
Mama, life had just begun
But now I've gone and thrown it all away
Mama, oh
Didn't mean to make you cry
If I'm not back again this time tomorrow
Carry on, carry on
As if nothing really matters
Too late, my time has come
Sends shivers down my spine
Body's aching all the time
Goodbye everybody, I've got to go
Gotta leave you all behind
And face the truth
Mama, oh, I don't want to die
I sometimes wish I'd never been born at all
I see a little silhouette of a man
Scaramouch, Scaramouch will you do the fandango
Thunderbolt and lightning, very, very frightening me
Galileo, Galileo
Galileo, Galileo
Galileo, Figaro, magnifico
But I'm just a poor boy and nobody loves me
He's just a poor boy from a poor family
Spare him his life from this monstrosity
Easy come, easy go, will you let me go
Bismillah! No, we will not let you go
Let him go
Bismillah! We will not let you go, let him go
Bismillah! We will not let you go, let me go
Will not let you go, let me go, never
Never let you go, let me go
Never let me go, oh
No, no, no, no, no, no, no
Oh mama mia, mama mia, mama mia let me go
Beelzebub has a devil put aside for me
For me (2x)
So you think
You can stole me and spit in my eye
So you think you can love me
And leave me to die
Oh baby, can't do this to me baby
Just gotta get out
Just gotta get right outta here
Oh, oh yeah, oh yeah
Nothing really matters
Anyone can see
Nothing really matters
Nothing really matters to me
Anyway the wind blows

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O equívoco da produtividade


Uma das causas que mais comummente é apresentada para justificar o atraso relativo de Portugal face aos demais países da União Europeia é a produtividade. São muitos os que fazem coro dizendo que enquanto a nossa produtividade se mantiver em 2/3 da média europeia jamais poderemos almejar um nível de vida comparável ao daqueles que nos servem de referência. Depreende-se, portanto, que a nosso aparelho produtivo não é eficiente, ou seja, que não só temos de produzir mais como, sobretudo, que temos que produzir melhor. Certo? Bom… não vou dizer "errado" mas posso assegurar que esta abordagem também não está completamente certa. Hoje vou procurar desfazer este equívoco que nos persegue.
Vou fazê-lo de duas formas: (1) começando por também fazer coro com os demais dizendo que com esta produtividade não vamos lá…; e (2) depois tentarei demonstrar que, afinal, a nossa produtividade, não sendo óptima, também não é assim tão má. Confuso? Se sim considere-se uma pessoa normal. Esta realidade é complexa; explicá-la ainda o é mais.
Antes de mais clarifiquemos conceitos. A produtividade é um indicador que se obtém relacionando a Valor Acrescentado Bruto (VAB), no numerador, com a força de trabalho em unidades físicas, no denominador. Todavia este indicador não diz que um trabalhador português produz menos que qualquer outro da União Europeia. Diz sim que aquilo que produz vale menos. Aliás, se a relação do VAB for feita com os custos do factor trabalho verificamos algo, aparentemente, paradoxal: a nossa produtividade física – ou seja aquela que relaciona os produtos e serviços criados com a força de trabalho – está até bem próxima da média europeia.
Chegados aqui, pergunta-se porque é o nosso VAB menor: porque os nossos produtos têm menor qualidade? Também não é por aí. Posso inclusivamente garantir que há produtos portugueses comercializados na Oxford Street, em Londres, por um valor 5 vezes superior ao seu custo à saída da fábrica, em S. João da Madeira. Só há um pormenor: não há nada naqueles produtos que os identifique como portugueses, já que são vendidos com marcas comerciais inglesas de estabelecimentos de referência. Mais: se tais produtos, calçado por exemplo, passarem antes por Itália e lá for gravado um logótipo de uma prestigiada marca industrial italiana, então nesse caso já é admissível que o valor de venda junto do consumidor final atinja 10 vezes mais que o valor à saída da fábrica. Como podemos ver, no primeiro caso, o VAB gerado pelos comerciantes ingleses é 4 vezes maior que o gerado pelos industriais portugueses; e, no segundo caso, o VAB de ingleses e italianos é 9 vezes superior ao nosso.
Qual é então a causa maior da nossa reduzida produtividade económica? A resposta é esta: a falta de prestígio internacional de Portugal. No mundo somos conhecidos de duas formas: pela epopeia marítima dos séculos XV e XVI e… pelo Figo e pelo Ronaldo. Nenhuma destas visões confere valor aos nossos produtos.

Notas:
Publicado na edição de 16Set2010 do Jornal Brados do Alentejo;
Também publicado em EstremozNet
A imagem foi colhida no sítio para o qual aponta a respectiva hiperligação.

Acórdão da Casa Pia

Já está disponibilizado no sítio do Conselho Superior da Magistratura o acórdão da Casa Pia. O que li, um bocadinho, deixou-me chocado...
Se quiser conhecer um pouco mais da natureza humana siga esta ligação.

A imagem foi colhida no sítio para o qual aponta a respectiva hiperligação.

sábado, 11 de setembro de 2010

La Finestra del Mondo: Utopia?

Porque o considerei um excelente post recomendo vivamente a sua leitura...



La Finestra del Mondo: Utopia?: "Gostava de acordar numa cidade em que o primeiro som da manhã fosse mais agradável que a buzina do senhor do carro preto que acordou atrasad..."

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O Mundo já sabe que existes?

domingo, 5 de setembro de 2010

A perspectiva do outro

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

António Telmo vai ser homenageado na Biblioteca Nacional - Babel

António Telmo vai ser homenageado na Biblioteca Nacional - Babel

Ordem de Trabalhos CME 25Ago2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Valor chumbado


Convido-o, caro leitor, a realizar um exercício comigo. Quando é que um copo de água lhe sabe melhor? Quando tem sede ou quando está saciado? E, já agora, onde é que a água tem mais valor? Onde há abundância ou onde há escassez?
Encetemos uma ligeira variante no exercício anterior. Imagine agora uma videira à qual nunca faltou água e uma outra cujas raízes tiveram que mergulhar na profundidade do subsolo para encontrar a humidade que lhe garantiu a sobrevivência. Qual destas está melhor preparada para resistir a situações de seca extrema?
Terceiro e derradeiro exercício: que coração está melhor preparado para realizar um esforço intenso? O de alguém que pratica exercício físico com regularidade ou o de uma pessoa sedentária que tudo obtém sem esforço físico?
Ora se todos estamos de acordo nas respostas que demos às perguntas anteriores, porque cargas d'água pode alguém vir dizer-nos que o fim dos chumbos nas escolas é algo desejável? Vamos imaginar uma escola que se limita a ensinar os seus alunos e que faz da avaliação um exercício meramente indicativo que não produz qualquer consequência em termos de progressão na aprendizagem. A primeira implicação deste modelo é a de que o acesso ao ensino superior teria de estar garantido para todos – o que até nem seria mau no pressuposto de que as aprendizagens continuariam a ser alcançadas pela maioria dos alunos. Mas é aí que radica o problema. A aprendizagem implica pelo menos duas coisas: (1) motivação para aprender, a qual está associada à recompensa do esforço; e (2) o próprio esforço, já que aprender não é necessariamente fácil e implica a realização de alguns sacrifícios, de algumas renúncias a situações mais prazenteiras. Serão estes dois requisitos atingíveis num cenário de ensino sem chumbos? Penso que não.
Aliás, as respostas às perguntas inocentes que formulei no início do presente artigo põem em evidência a essência daquilo a que se convencionou chamar valor, o qual está associado a dois aspectos nucleares: (1) à utilidade percepcionada dos bens que satisfazem necessidades humanas; e (2) uma vez mais ao esforço desenvolvido na sua obtenção, o que é o mesmo que dizer, ao custo associado aos bens que satisfazem tais necessidades.
Mas enfim, há pessoas que parece que ainda não entenderam isto, nomeadamente a Senhora Ministra da Educação. Fazem-me lembrar aqueles que sujeitos a trabalhos pouco apelativos e mal remunerados se queixam que antigos colegas têm "grandes vidas" porque, nas suas ópticas, trabalham menos e ganham mais. Para eles, os outros tiveram sorte e eles azar, raramente se lembrando que os sortudos se esforçaram na escola enquanto eles estavam a jogar matrecos no Ti Luís. Não reparam que só sabem fazer aquilo que muitos outros fazem tão bem ou melhor.
Ao valor chumbado respondo: ad valorem!

Notas:

  1. Publicado na edição de 4Ago2010 do jornal Brados do Alentejo;

  2. Também publicado em EstremozNet;

  3. As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Euribor Jul2010

Os indexantes para os contratos de financiamento cuja renovação ocorra durante o mês de Agosto são os seguintes:

• Euribor a 3 meses: 0,852% (Mais 0,123 pp que no mês passado e mais 0,207 pp que no trimestre anterior);
• Euribor a 6 meses: 1,107% (Mais 0,094 pp que no mês anterior e mais 0,130 pp que no semestre anterior).

Para saber qual a taxa de juro a aplicar basta adicionar o spread.
Os efeitos deste aumento da taxa de juro só irão evidenciar-se a partir do mês de Setembro.

A Euribor voltou a subir e, desta feita, de forma marcadamente mais acentuada. A alteração dos indexantes vai gerar os seguintes impactos:
  • Mais € 9,37 na prestação mensal por cada 100 mil euros de dívida, para os contratos indexados à Euribor 3;
  • Mais € 6,02 na prestação mensal por cada 100 mil euros de dívida, para os contratos indexados à Euribor 6.

Como se fosse normal...

Para ler clique na hiperligação...

Como se fosse normal...




















Nota: a imagem foi obtida no sítio para o qual aponta a respectiva hiperligação.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Reunião CM Estremoz 28Jul2010

Pela primeira vez, uma reunião da Câmara Municipal de Estremoz foi transmitida em directo... (clique na hiperligação para ler o artigo).

Reunião CM Estremoz 28Jul2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

USTREAM, My Shows: information and control panel

Não sei se vai funcionar... mas vou tentar transmitir em directo (a partir do meu portátil) o vídeo da Reunião de Câmara

USTREAM, My Shows: information and control panel

quinta-feira, 22 de julho de 2010

(Des)Acordo Ortográfico


São cada vez em maior número os órgãos da imprensa escrita que adoptaram (eles escreveriam "adotaram") uma forma de escrever que tem menos a ver com a língua que falamos do que devia. O país, como aliás é seu hábito, está mais uma vez dividido entre os acham bem avançar para a implementação do, inadequadamente denominado, Acordo Ortográfico; e aqueles que até ameaçam deixar de comprar os jornais que o adoptem (adotem).
No primeiro grupo incluem-se os idiotas do costume que pensam que não implementar o acordo é coisa de velhos do Restelo, ou seja, daqueles que estão sempre contra qualquer mudança. Ainda neste primeiro grupo está também incluído outro subgrupo, seguramente não menos idiota que o anterior, que pensa que o acordo ortográfico vai alargar o nosso mercado linguístico de 10 para quase 300 milhões de falantes do português (como se ele alguma vez tivesse estado fechado ou se o acordo viesse alterar alguma coisa neste domínio). Finalmente, existe ainda um outro subgrupo tão idiota como os anteriores que tem uma particularidade assaz interessante: acha-se espertinho, pensa que pôs um ovo em pé ao descobrir a fórmula mágica da dupla grafia (como se não fosse mais sensato reconhecer à partida que o português tem variantes regionais e, como tal, que não havia qualquer necessidade de impor a ninguém fórmulas ortográficas que em nada vêm alterar esta realidade).
Como é evidente, do lado dos anti-Acordo também existem idiotas (para além de parvalhões e ignorantes). Para eles a língua portuguesa (que, aliás, a maioria domina mal) era perfeita. Isto apesar de "sede" tanto poder significar carência de água (sê-de) como lugar onde se reúne a direcção (sé-de); de "cor" tanto poder ser a forma como se declamam versos (cór) como a coloração dos olhos (côr); de as palavras terminadas em "oz" tanto poderem ser lidas com o "o" aberto (noz, foz, etc.) como com o "o" fechado (como Estremoz ou arroz). Enfim, fico por aqui, que diabo de lógica tem esta língua que não tem regras claramente definidas de forma (esta também pode ser lida "fór-ma" ou "fôr-ma") a impedir confusões? Depois admiram-se que os nossos miúdos tenham dificuldades em Português ou que os estrangeiros se queixem que este é dos idiomas mais difíceis de aprender. Como podia ser de outra forma? Esta língua apresenta falhas gritantes na sua lógica construtiva, tem demasiadas zonas de sombra para além do aceitável.
Por outro lado, o acordo ortográfico tem uma expressão reduzida (se bem que importante e correspondente a uma cedência aos brasileiros) no nosso quotidiano. Este artigo tem cerca de 500 palavras e apenas duas são alteradas pelo acordo (os casos mais gritantes antes assinalados vão continuar com a mesma a indefinição que já tinham até aqui). Valia a pena tanta confusão? Não! (De qualquer modo, sou contra a supressão das consoantes mudas sempre que elas abram as vogais.)
Nota:
As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações;
Publicado no na edição de 22Jul2010 do Jornal Brados do Alentejo;
Também publicado em EstremozNet.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Haja decência (II)


Sr. Dr. Luís Assis: prometo-lhe que vou ser breve e que esta vai ser a última vez que vou ocupar o meu tempo a responder-lhe.
(Para ler o resto clique aqui).

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Haja decência!



Se bem que o Dr. Luís Assis já nos tenha habituado ao seu estilo maledicente e a disparar em todas as direcções – para onde está virado e sem alvo definido – entendi por bem prestar esclarecimento das acusações que me dirigiu.

O texto em questão foi publicado no jornal Brados do Alentejo, na edição de 08Jul2010, e diz, entre outras coisas, que a posição assumida pelo vereador do PSD na Câmara Municipal é incoerente e que contradiz a posição oficial do próprio partido. Enfim, se o Dr. Luís Assis não se tivesse precipitado e tivesse lido o esclarecimento que publiquei em 25Jun2010 e, bem assim, a nota à imprensa da responsabilidade da direcção local do PSD, talvez os factos que contesta já não ultrapassassem o alcance do discernimento que demonstrou.




Face ao que antecede, esclareço:




(para continuar a ler clique aqui)





Nota: a foto foi colhida no sítio para o qual aponta a respectiva hiperligação.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Documentação da Reunião CM Estremoz 16Jul2010

Documentação da Reunião CM Estremoz 16Jul2010

(Clique na hiperligação)

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ordem de Trabalhos da Reunião CME de 14Jul2010



Ordem de Trabalhos da Reunião CME de 14Jul2010 (Clique na hiperligação ou na imagem e, neste último caso, ajuste o tamanho da mesma usando Ctrl + ou Ctrl -)



domingo, 11 de julho de 2010

Eis as razões pelas quais prefiro que a Holanda ganhe

Se há coisa que me irrita nos espanhóis são os tiques imperiais que os caracterizam. Até acho bem que os vizinhos que não escolhemos tenham auto-estima... porém, os espanhóis vão claramente para além disso. Como diz a anedota: em cada 10 espanhóis, 11 sentem-se superiores aos outros. Já nem disfarçam nada, acham-se de tal modo superiores que encontrar um espanhol humilde é tão difícil como ver as pernas de uma freira (a Ursula Andress não conta porque essa era actriz). Voltando às anedotas: o melhor negócio do mundo é comprar um espanhol pelo que ele vale e vendê-lo pelo que ele pensa que vale.
Agora imaginem se eles hoje chegam a campeões do mundo de futebol... se agora já é difícil gramar tanta presunção imaginem depois.
É por isso que o meu coração hoje ainda está mais laranja. Se a Holanda ganhar o jogo, o polvo dos palpites pode acabar no meio de uma salada... não que eu queira mal ao pobre bicho mas estou farto de superstições.
Se a Holanda fosse campeã nem sabem o bem que isso nos fazia a todos... incluindo, ou até, sobretudo, aos espanhóis.

A história do homem que não queria ser Engenheiro Civil

A história até já é antiga, porém, só hoje soube dela através de uma mensagem de correio electrónico. Ao que parece foi publicada "em fascículos" no blogue "Incontinentes verbais" para aí em 2007. Acho porém que se lerem a história toda de uma vez vai ser melhor (cliquem nas imagens para as verem ampliadas, ajustando a gosto com Ctrl + ou Ctrl -)


Did you know ? Human Capital Edition - 2009

Did You Know? 3.0 (Official Video) - 2009 Edition

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Cem temas


Escrever uma crónica num jornal é como que uma partilha de um estado de alma com aqueles que, perante a ausência de melhores alternativas para passar o tempo, acabam por ler aquilo que escrevo. Os temas são, em geral, os do nosso quotidiano… se bem que, por vezes, me apeteça deliberadamente fugir às questões da actualidade. Surgem com uma notícia, com uma leitura, com o visionamento de um filme ou com uma mensagem de correio electrónico recebida. Por exemplo, esta semana hesitei entre três temas completamente diferentes e, constato agora, vou acabar a falar de outros completamente diferentes. Queria falar sobre a atitude dos adeptos argentinos que receberam com carinho os "heróis" da sua selecção de futebol, em claro contraste com aquele estupor que, de megafone em punho, se foi pôr a ofender o Carlos Queiroz à chegada ao aeroporto. Por outro lado, ando já há algum tempo a querer partilhar com os estremocenses mais antigos algumas memórias gastronómicas que me ficaram de outros tempos passados no Júlio Zé Gato, na Leitaria dos Amigos, na Ginjinha ou na Flor do Jardim. Finalmente, também tenho andado com vontade de falar desse tema verdadeiramente universal do "Made in China" e das consequências a médio prazo para o mundo ocidental.
Enfim, um destes três temas haveria de acabar por sair hoje. Mas isso não vai acontecer… quando ia para começar a escrever reparei que esta é a crónica n.º 100 que produzo para o Brados e não resisti à tentação de reler uma boa parte delas. Fiquei tão cansado que fiquei literalmente cem, perdão, sem temas.
Na primeira crónica procurei explicar o que eu pensava que iria ser o ad valorem e a razão de ser desta expressão latina que lhe dá o título genérico. Nesse mesmo número falei também das fissuras no Gadanha e da falta de água que nos afligia. Terminei a falar do "eduquês", aquela praga dos pedagogos de trazer por casa que fizeram do ensino aquilo que ele é actualmente. No número seguinte falei sobre aquela situação deveras insólita de a Câmara ter mandado para a Assembleia Municipal as contas de 2005 sem as aprovar… com 7 abstenções, uma originalidade de que nem no Entroncamento alguma vez se lembrariam. No número três – tenham calma, não vou conseguir falar aqui sobre os 100 ad valorem – fiz a minha primeira experiência literária num género que foge claramente ao cariz técnico da minha prosa profissional, escrevendo uma chacota a que dei o nome de "Mar à Vista". (Quem me haveria de dizer que o velho comandante da nau catrineta, que na altura se tinha reformado com 1400 pipas de rum caribenho, haveria de voltar ao leme para a afundar de vez?)
Enfim, depois voltei a escrever mais 96 vezes, até hoje que é a centésima e onde, mais uma vez, acabei por fugir ao tema que tinha inicialmente previsto. Terá sido tão bom para vocês como foi para mim? Duvido! Mas lá que me tenho divertido, disso não tenho dúvidas.
Notas:
As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações;
Publicado na edição de 08Jul2010 no Jornal Brados do Alentejo;
Também publicado em EstremozNet.

PSD Estremoz emite nota à comunicação social

PSD Estremoz emite nota à comunicação social

quarta-feira, 7 de julho de 2010

ad valorem 2

ad valorem 2

domingo, 4 de julho de 2010

Aniversário da Declaração da Independência dos Estados Unidos

(Clique no título para ler a tradução do texto assinado há 234 anos atrás)

sábado, 3 de julho de 2010

«La Russie et ses Coupoles»

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