quarta-feira, 14 de julho de 2010

Documentação da Reunião CM Estremoz 16Jul2010

Documentação da Reunião CM Estremoz 16Jul2010

(Clique na hiperligação)

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ordem de Trabalhos da Reunião CME de 14Jul2010



Ordem de Trabalhos da Reunião CME de 14Jul2010 (Clique na hiperligação ou na imagem e, neste último caso, ajuste o tamanho da mesma usando Ctrl + ou Ctrl -)



domingo, 11 de julho de 2010

Eis as razões pelas quais prefiro que a Holanda ganhe

Se há coisa que me irrita nos espanhóis são os tiques imperiais que os caracterizam. Até acho bem que os vizinhos que não escolhemos tenham auto-estima... porém, os espanhóis vão claramente para além disso. Como diz a anedota: em cada 10 espanhóis, 11 sentem-se superiores aos outros. Já nem disfarçam nada, acham-se de tal modo superiores que encontrar um espanhol humilde é tão difícil como ver as pernas de uma freira (a Ursula Andress não conta porque essa era actriz). Voltando às anedotas: o melhor negócio do mundo é comprar um espanhol pelo que ele vale e vendê-lo pelo que ele pensa que vale.
Agora imaginem se eles hoje chegam a campeões do mundo de futebol... se agora já é difícil gramar tanta presunção imaginem depois.
É por isso que o meu coração hoje ainda está mais laranja. Se a Holanda ganhar o jogo, o polvo dos palpites pode acabar no meio de uma salada... não que eu queira mal ao pobre bicho mas estou farto de superstições.
Se a Holanda fosse campeã nem sabem o bem que isso nos fazia a todos... incluindo, ou até, sobretudo, aos espanhóis.

A história do homem que não queria ser Engenheiro Civil

A história até já é antiga, porém, só hoje soube dela através de uma mensagem de correio electrónico. Ao que parece foi publicada "em fascículos" no blogue "Incontinentes verbais" para aí em 2007. Acho porém que se lerem a história toda de uma vez vai ser melhor (cliquem nas imagens para as verem ampliadas, ajustando a gosto com Ctrl + ou Ctrl -)


Did you know ? Human Capital Edition - 2009

Did You Know? 3.0 (Official Video) - 2009 Edition

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Cem temas


Escrever uma crónica num jornal é como que uma partilha de um estado de alma com aqueles que, perante a ausência de melhores alternativas para passar o tempo, acabam por ler aquilo que escrevo. Os temas são, em geral, os do nosso quotidiano… se bem que, por vezes, me apeteça deliberadamente fugir às questões da actualidade. Surgem com uma notícia, com uma leitura, com o visionamento de um filme ou com uma mensagem de correio electrónico recebida. Por exemplo, esta semana hesitei entre três temas completamente diferentes e, constato agora, vou acabar a falar de outros completamente diferentes. Queria falar sobre a atitude dos adeptos argentinos que receberam com carinho os "heróis" da sua selecção de futebol, em claro contraste com aquele estupor que, de megafone em punho, se foi pôr a ofender o Carlos Queiroz à chegada ao aeroporto. Por outro lado, ando já há algum tempo a querer partilhar com os estremocenses mais antigos algumas memórias gastronómicas que me ficaram de outros tempos passados no Júlio Zé Gato, na Leitaria dos Amigos, na Ginjinha ou na Flor do Jardim. Finalmente, também tenho andado com vontade de falar desse tema verdadeiramente universal do "Made in China" e das consequências a médio prazo para o mundo ocidental.
Enfim, um destes três temas haveria de acabar por sair hoje. Mas isso não vai acontecer… quando ia para começar a escrever reparei que esta é a crónica n.º 100 que produzo para o Brados e não resisti à tentação de reler uma boa parte delas. Fiquei tão cansado que fiquei literalmente cem, perdão, sem temas.
Na primeira crónica procurei explicar o que eu pensava que iria ser o ad valorem e a razão de ser desta expressão latina que lhe dá o título genérico. Nesse mesmo número falei também das fissuras no Gadanha e da falta de água que nos afligia. Terminei a falar do "eduquês", aquela praga dos pedagogos de trazer por casa que fizeram do ensino aquilo que ele é actualmente. No número seguinte falei sobre aquela situação deveras insólita de a Câmara ter mandado para a Assembleia Municipal as contas de 2005 sem as aprovar… com 7 abstenções, uma originalidade de que nem no Entroncamento alguma vez se lembrariam. No número três – tenham calma, não vou conseguir falar aqui sobre os 100 ad valorem – fiz a minha primeira experiência literária num género que foge claramente ao cariz técnico da minha prosa profissional, escrevendo uma chacota a que dei o nome de "Mar à Vista". (Quem me haveria de dizer que o velho comandante da nau catrineta, que na altura se tinha reformado com 1400 pipas de rum caribenho, haveria de voltar ao leme para a afundar de vez?)
Enfim, depois voltei a escrever mais 96 vezes, até hoje que é a centésima e onde, mais uma vez, acabei por fugir ao tema que tinha inicialmente previsto. Terá sido tão bom para vocês como foi para mim? Duvido! Mas lá que me tenho divertido, disso não tenho dúvidas.
Notas:
As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações;
Publicado na edição de 08Jul2010 no Jornal Brados do Alentejo;
Também publicado em EstremozNet.

PSD Estremoz emite nota à comunicação social

PSD Estremoz emite nota à comunicação social

quarta-feira, 7 de julho de 2010

ad valorem 2

ad valorem 2

domingo, 4 de julho de 2010

Aniversário da Declaração da Independência dos Estados Unidos

(Clique no título para ler a tradução do texto assinado há 234 anos atrás)

sábado, 3 de julho de 2010

«La Russie et ses Coupoles»

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O mais famoso excerto de "A queda" (Actualização)



Já quase toda a gente viu este excerto do filme "A queda". Porém, também quase todos o viram com legendas parodiadas, ou a falar de vuvuzelas, da Meo e da Zon, ou a falar da Ministra Milú Rodrigues, ou ainda de qualquer outra coisa. Seja qual for o motivo da chacota, tem sempre piada, ainda que tal piada esteja longe de ser original.

Começou por ser uma promoção de marketing do iPad 3G, à qual a Constantin Film AG reagiu banindo tal vídeo do Youtube (aliás o que tem continuado a fazer com todas as outras paródias que lhe sucederam).

Se a Constantin Film não banir também este vídeo, quem não conhece ficará agora com a possibilidade de saber aquilo que alegadamente estaria Hitler efectivamente a dizer nesta soberba interpretação de Bruno Ganz.

Nota: Como certamente já perceberam a Constantin Film já bloqueou o vídeo, logo o meu que era o mais inocente de todos e dos poucos que respeitava o original. Já não se pode ser bom...

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Acta CM Estremoz n.º 13 de 16Jun2010

Acta CM Estremoz n.º 13 de 16Jun2010

Euribor Jun2010


Os indexantes para os contratos de financiamento cuja renovação ocorra durante o mês de Julho são os seguintes:

• Euribor a 3 meses: 0,729% (Mais 0,042 pp que no mês passado e mais 0,084 pp que no trimestre anterior);
• Euribor a 6 meses: 1,013% (Mais 0,031 pp que no mês anterior e mais 0,017 pp que no semestre anterior).

Para saber qual a taxa de juro a aplicar basta adicionar o spread.
Os efeitos deste aumento da taxa de juro só irão evidenciar-se a partir do mês de Agosto.

Conclusão: a Euribor voltou a subir.

No entanto, a alteração do indexante ainda não irá gerar efeitos muitos significativos na bolsa dos endividados. De facto, aqueles que têm os seus empréstimos à habitação indexados à Euribor3 verão, a partir de Agosto, as suas prestações agravadas em € 3,78 por cada 100 mil euros de empréstimo. Para os que têm a indexação feita à Euribor6, o agravamento na prestação mensal, por cada 100 mil euros de dívida, será de, apenas, € 0,78.

Estremoz - assim vão as contas...

Estremoz - assim vão as contas... (Para ler clique na hiperligação)

Em menos de 6 meses a dívida a fornecedores aumentou mais de 1 milhão de euros

Em menos de 6 meses a dívida a fornecedores aumentou mais de 1 milhão de euros Siga a hiperligação para saber mais.

Documentação da Reunião CM Estremoz de 30Jun2010 (Actualização)

Documentação da Reunião CM Estremoz de 30Jun2010

Alerto que o ficheiro anteriormente disponibilizado foi actualizado com mais documentação entretanto fornecida pelos serviços camarários.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Documentação da Reunião CM Estremoz de 30Jun2010

Documentação da Reunião CM Estremoz de 30Jun2010

Ordem de trabalhos da Reunião CME 30Jun2010


Ordem de trabalhos da Reunião CME 30Jun2010

Bem-vindos

Bem-vindos

sábado, 26 de junho de 2010

A propósito dos temas em debate na AM

A propósito dos temas em debate na AM

sexta-feira, 25 de junho de 2010

O outro ad valorem...

Tenho também uma página pessoal dedicada, fundamentalmente, a temas políticos. O seu nome: ad valorem - Participação Cívica...
Entendi por bem excluir deste blogue todas as minhas intervenções que tenham por tema ou por objecto o Município de Estremoz. A razão porque o faço não é óbvia e por isso a explico: o ad valorem blogue começou por ser um mero repositório dos artigos que escrevo no quinzenário Brados do Alentejo. Ora, aqueles que lêem aquela coluna sabem que não a uso para fazer intervenção política de âmbito local, na medida em que exerço funções de tal índole na Câmara Municipal de Estremoz. Em boa verdade apenas o fiz em duas ocasiões distintas: (1) antes de sequer pensar em candidatar-me à autarquia; e (2) quando entendi fazer um comentário ao resultado das eleições de Novembro de 2009.
Como é evidente continuarei a falar aqui de política... todavia, se tais artigos forem de âmbito local terão, quando muito, uma chamada aqui e serão deslocados para o outro ad valorem.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Requiem por um sonho


Ainda criança disseram-me que a nossa missão na terra era conquistar um lugar no Céu. Sim, porque a vida pode acabar no corpo mas a Alma é imortal. Naquele tempo de inocência era para nós fácil acreditar nestas coisas. Afinal, só tínhamos que nos portar bem que S. Pedro nos abriria as portas do Céu… e valia a pena, já que as alternativas para uma alma pecadora eram as agruras do fogo do Inferno.
Lembro-me também com muita clareza da fase da minha vida em que comecei a pôr estas ideias em causa. Curiosamente coincidiu com uma fase do desenvolvimento da personalidade que a psicologia caracteriza como a "afirmação do Eu" (vá lá saber-se o porquê…). Enfim, pouco importa. O que importa aqui é que passaram muitos anos para voltar a acreditar na essência da Alma, até finalmente reconhecer que aquilo que somos em vida pode perdurar claramente para além da morte.
Como é evidente, não o descobri pela minha própria pessoa, mas sim por aqueles que, morrendo, me permitiram descobrir a existência de vida para além da morte. Às vezes é uma mera recordação, um contacto com um lugar, o reviver de uma situação, uma forma de tossir, de rir, de andar, um escrito reencontrado, uma foto ou, mais recentemente, um filme, às vezes é uma mesa ou uma cadeira, outras é a chuva, o vento, a neve ou o sol… Enfim, aqueles que nos marcaram em vida perduram na nossa memória e, enquanto houver memória, voltam a nós fazendo-nos reviver momentos de alegria ou de tristeza, provocando-nos sensações muito similares àquelas que sentimos enquanto partilhávamos um espaço e um tempo comum.
Na maior parte dos casos, aquela vida para além da morte prolonga-se por uma, duas, por vezes, três gerações, acabando por desvanecer-se de forma gradual se os vivos (no sentido literal do termo) não lhe prolongarem a existência através de um testemunho registado. Neste último caso, havendo registo escrito, áudio, vídeo, uma pintura ou uma gravura, a vida eterna pode até tornar-se possível, algo apenas atingível por alguns eleitos que conseguem fazer afirmar a sua presença muito para além da partilha do tempo e do lugar (em simultâneo) com os vivos.
Destes eleitos, um deles morreu esta semana conseguindo com a sua morte despertar as mesmas paixões e ódios que suscitou em vida. A este já está garantida a vida eterna.
Mas esta semana morreram também pessoas comuns. Morreram pessoas que não tiveram tempo de demonstrar toda a sua valia para além do círculo restrito daqueles com quem partilharam a sua breve existência, mas que nem por isso deixaram de ser notáveis para os que as amaram. Com elas morre também um sonho… daí este requiem. Cabe aos vivos conferir imortalidade às suas almas.

Publicado na edição de 24 de Junho de 2010 do Jornal Brados do Alentejo.
Também publicado em EstremozNet.
As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

A mocidade dos cotas... IX - Recordando Boney M

Era o tempo do music disco e era também o tempo de um grupo de cantores e bailarinos jamaicanos - sob a bitola de um produtor alemão (Frank Farian) - terem a sua coroa de glória. Foram inúmeros os sucessos que renderam discos de platina aos produtores - Daddy Cool, Rasputin, Ma Baker e Rivers of Babylon apenas para citar alguns.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Rain Drops keep falling on my head

A ebulução do ensino

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A aquisição do “Círculo”, novamente…


Este artigo foi deslocado para aqui.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Recordando Olivença


Los gobernantes son todos la misma merda. Confesso que esta frase me apanhou de surpresa. Não pelo conteúdo mas sim pelo facto de à última palavra faltar um "i" que não ouvi pronunciar. Reagi de imediato, interrompendo a dissertação do meu interlocutor espanhol, e perguntei-lhe porque razão tinha usado uma palavra portuguesa no meio de uma oratória em espanhol. Es porque soy de Olivenza, esclareceu ele acrescentando que tinha usado aquela palavra do português vernáculo para assegurar que eu o percebia bem. Então és tão português como eu, retorqui… No no, queda tranquilo, atalhou ele e depois enfaticamente, yo soy espanhol! Fiquei calado perante uma resposta tão categórica, talvez até um pouco desiludido, sentimento que o oliventino captou. Foi ele quem quebrou o silêncio – esquecendo por completo que antes estávamos a falar de política e de economia – dizendo: mi madre y mi abuela aún hablan portugués entre ellas en casa! Esta já gostei de ouvir. Os meus olhos devem ter brilhado novamente…
Confesso que achei fantástico que passados 209 anos de ocupação espanhola da Olivença Portuguesa ainda haja quem fale a língua de Camões no recato do lar. Já mo tinham dito, mas comprovado por um testemunho directo as coisas ganham outra força.
Em 1801, um valdevinos de 34 anos chamado Godoy – duque por usurpación, príncipe de iniquidad, general en la maldad, almirante en la traición, lascivo cual garañón, de rameras rodeado, con dos mujeres casado, en la ambición sin igual, en la soberbia sin par, y la ruina del Estado – comandou um poderoso exército de 30 mil efectivos e tomou, praticamente sem resistência, as praças de Olivença, Juromenha, Arronches, Portalegre, Castelo de Vide, Barbacena e Ouguela. Campo Maior resistiu por 18 dias e Elvas resistiu mesmo. Foi a chamada Guerra das Laranjas, assim denominada por o tunante ter enviado uma ramo de laranjeira para a sua amante, a Rainha Maria Luísa de Parma – uma cota de 50 anos, já desdentada mas ainda lasciva, que passou a vida a fazer filhos (15 no total), sendo a sua primeira descendência a infanta Carlota Joaquina (que casou com o nosso D. João VI) e o último o infante Francisco de Paula, um crápula que ao que parece saiu ao pai (o próprio Godoy) e que engravidou a irmã consanguínea (Carlota de Godoy). Agora vejam lá se este cromo não mereceu o título de Conde de Évora Monte que lhe foi concedido por D. João VI em 1797?
E agora querem saber a razão desta guerra? Pois bem, nenhuma ou, se quiserem, todas, se atenderem que os espanhóis se tinham metido com os franceses e tinham levado nas trombas. Daí a passarem a aliados foi um passo (não sem antes terem cedido a ilha de S. Domingos, actual República Dominicana e Haiti, a título de indemnização). O esforço agora era o de agradar a Napoleão, o qual não via com bons olhos a ligação de Portugal a Inglaterra, sua rival na hegemonia imperialista.
209 anos depois Olivença continua portuguesa… sob administração espanhola, é certo, mas ainda portuguesa.

As imagens foram colhidas nos sítios para os quais apontam as respectivas hiperligações.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Opera Company of Philadelphia "Flash Brindisi" at Reading Terminal Marke...

Euribor 6 ultrapassa 1%

Em 6 de Novembro de 2009 anunciámos aqui que a Euribor tinha, na véspera, baixado a fasquia de 1%. No dia 20 do mesmo mês, foi a média mensal daquele indicador que baixou aquela barreira histórica.
Hoje estamos aqui de novo para dar a notícia contrária à registada em 5 de Novembro, ou seja, a Euribor6 cotou hoje, mais de 7 meses depois, acima de 1%, mais precisamente 1,001%.
Em Novembro considerámos que aquela tinha sido uma boa notícia para os endividados empregados, já que o desemprego estava a registar valores assustadores e também sem paralelo no passado recente. Chegámos inclusivamente a formular um voto:
"Esperemos pois que quando as taxas de juro recomeçarem a subir já tenhamos, como compensação, uma taxa de desemprego bem mais baixa que a actual... Mas enfim, neste domínio, infelizmente, as perspectivas não são as melhores."
Infelizmente, aquilo que temíamos verificou-se... as taxas já estão a subir novamente e o desemprego não chegou a baixar, bem pelo contrário. Pior que isso, só registar que este facto ocorre precisamente no mês em que os impostos voltam a subir, resultando daí um sério ataque em duas frentes para debelitar ainda mais o já muito debilitado rendimento disponível das famílias.
Vai ser precisa muita coragem!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

A propósito da compra do Círculo

Este artigo foi movido para aqui.

domingo, 6 de junho de 2010

Para reflectir

terça-feira, 1 de junho de 2010

Euribor Maio 2010 Prestação Julho

Os indexantes para os contratos de financiamento cuja renovação ocorra durante o mês de Junho são os seguintes:
• Euribor a 3 meses: 0,687% (Mais 0,042% que no mês passado e mais 0,016% que no trimestre anterior);
• Euribor a 6 meses: 0,982% (Mais 0,027% que no mês anterior e menos -0,014% que no semestre anterior).

Para saber qual a taxa de juro a aplicar basta adicionar o spread.
Os efeitos desta variação da taxa de juro só irão evidenciar-se a partir do mês de Julho.
A nota mais evidente do comportamento da Euribor deste mês foi o facto de ter sido acentuada a tendência de subida, se bem que o efeito no valor das prestações irá ser manifestamente reduzido (redução nos contratos indexados à Euribor6 e subida nos contratos indexados à Euribor3).

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A substância e a forma


Antes que pensem que estou a falar duma lei contabilística que enuncia a prevalência da substância sobre a forma, esclareço que a crónica de hoje não tem nada a ver com isso. Aliás, vou procurar demonstrar exactamente o contrário, ou seja, que numa perspectiva de longo prazo é a forma que prevalece sobre a substância. Confusos? Não fiquem, esclareço já.
Hoje escrevo sobre a inconsistência inúmeras vezes verificada entre o discurso e a prática. Se preferirem, podem considerar que vou escrever sobre aquilo que os políticos dizem e sobre aquilo que os políticos fazem. Creio ser pacífica a conclusão de que uma e outra coisa nem sempre são coincidentes…
Para os contemporâneos da decisão política (e que dela colhem os benefícios ou os inconvenientes) aquilo que verdadeiramente conta é o que observam e sentem no momento em que esta produz efeitos. Se quiserem, é a essência percebida (justa ou injusta, não interessa) que prevalece. Porém, numa óptica histórica, os efeitos das decisões políticas são encaradas de forma desapaixonada e, como tal, são avaliadas de uma forma mais objectiva. Neste contexto, é a forma, ou seja, aquilo que ficou registado, que tende a prevalecer (por alguma razão, a maioria dos heróis estão mortos…).
Vou dar alguns exemplos. John Locke é historicamente considerado como o precursor da defesa dos direitos das pessoas relativamente às arbitrariedades do poder. O que pouca gente sabe é que a máxima que defendeu de que os governados têm direito à sublevação contra os governantes tiranos, foi escrita por encomenda. Quando Locke pôs em causa a legitimidade sucessória da realeza, estava a dar corpo ao receio de que um rei católico apostólico (o futuro Jaime II) viesse a sentar-se no trono de Inglaterra. Até Locke estava longe de imaginar que o seu texto tinha ganho vida própria, muito para além daquilo que ele pudesse ter sentido ou pensado. Mais tarde, quando as colónias americanas entraram em conflito com a coroa britânica – por causa do pesado fardo fiscal que recaía sobre os colonos para pagarem a guerra dos setes anos (guerra que, entre outras coisas, permitiu que hoje também se fale inglês no Canadá) –, Thomas Jefferson, por muitos considerado o pai da nação americana, pegou nos textos de Locke e, substituindo algumas palavras e contextualizando outras, defendeu que "todos os homens são criados iguais, dotados (…) de direitos inalienáveis" na Declaração da Independência de 4 de Julho de 1776… ao mesmo tempo que era fazendeiro na Virgínia proprietário de escravos. Na revolução francesa, os artífices da declaração dos direitos do homem e do cidadão – a qual está na génese da actual Declaração Universal dos Direitos do Homem –, os jacobinos Robespierre e Marat, foram os mesmos que determinaram que o cutelo da guilhotina caísse sobre as cabeças que ousaram discordar da mentalidade dominante.
No longo prazo, o que prevaleceu afinal, a forma ou a substância?

Publicado na edição de 27Mai2010 do jornal Brados do Alentejo
Também publicado em EstremozNet

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Estremoz - Reunião CM 19Mai2010 - Últimos vídeos

Este artigo foi movido para aqui.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Estremoz - Reunião CM 19Mai2010 - Vídeo 08

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sábado, 22 de maio de 2010

Estremoz - Reunião CME19Mai2010 - Vídeo 07

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Estremoz - Debate sobre a água - Vídeo 06

Este artigo está agora aqui.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Estremoz - Vídeo 05 - Debate sobre a água

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Estremoz - Reunião CM 19Mai2010 - Resposta do Presidente

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Estremoz - Debate sobre a água - Reunião CM 19Mai2010

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Estremoz - Vamos meter água?

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