Ordem de Trabalhos da Reunião CME de 14Jul2010 (Clique na hiperligação ou na imagem e, neste último caso, ajuste o tamanho da mesma usando Ctrl + ou Ctrl -)
ad valorem reflecte a convicção de que as pessoas têm valor e de que têm valores. Mesmo os mais burgessos. Logo, possuímos os ingredientes necessários para ultrapassar obstáculos e para vencer contrariedades.
É por isso que o meu coração hoje ainda está mais laranja. Se a Holanda ganhar o jogo, o polvo dos palpites pode acabar no meio de uma salada... não que eu queira mal ao pobre bicho mas estou farto de superstições.
Na maior parte dos casos, aquela vida para além da morte prolonga-se por uma, duas, por vezes, três gerações, acabando por desvanecer-se de forma gradual se os vivos (no sentido literal do termo) não lhe prolongarem a existência através de um testemunho registado. Neste último caso, havendo registo escrito, áudio, vídeo, uma pintura ou uma gravura, a vida eterna pode até tornar-se possível, algo apenas atingível por alguns eleitos que conseguem fazer afirmar a sua presença muito para além da partilha do tempo e do lugar (em simultâneo) com os vivos.
Mas esta semana morreram também pessoas comuns. Morreram pessoas que não tiveram tempo de demonstrar toda a sua valia para além do círculo restrito daqueles com quem partilharam a sua breve existência, mas que nem por isso deixaram de ser notáveis para os que as amaram. Com elas morre também um sonho… daí este requiem. Cabe aos vivos conferir imortalidade às suas almas.
E agora querem saber a razão desta guerra? Pois bem, nenhuma ou, se quiserem, todas, se atenderem que os espanhóis se tinham metido com os franceses e tinham levado nas trombas. Daí a passarem a aliados foi um passo (não sem antes terem cedido a ilha de S. Domingos, actual República Dominicana e Haiti, a título de indemnização). O esforço agora era o de agradar a Napoleão, o qual não via com bons olhos a ligação de Portugal a Inglaterra, sua rival na hegemonia imperialista.