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- Janeiro (2)
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- Novembro (6)
- Dezembro (6)
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- Fevereiro (2)
- Março (3)
- Maio (6)
- Junho (3)
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Euribor a 3 meses bate recordes
Ao contrário do que muitos analistas previram as taxas de juro não recomeçaram a subir no início do novo ano. Aliás, conforme se pode constatar na imagem junta, as taxas não só continuaram a cair como até desceram de forma acentuada desde o último dia útil de 2009 (30 de Dezembro).
Isto só pode significar que os bancos continuam com liquidez abundante, situação que contrasta claramente com as dificuldades hoje existentes para se aceder ao crédito bancário. Depois do descalabro do mundo da finança que caracterizou a segunda metade do ano passado, os ajustes estão sendo feitos aos solavancos, sendo inclusivamente admissível que este excesso de liquidez no sistema bancário seja precisamente resultante da disciplina autoimposta na concessão de novos créditos.
Enfim, seja lá porque razão for, uma coisa é certa: a média mensal da Euribor a 3 meses já está abaixo dos 0,7% facto que poderá gerar - pela primeira vez (e talvez única nas nossas vidas) - que a taxa de juro efectiva dos empréstimos à habitação (indexados a esta) fique abaixo de 1% (mesmo considerando um spread de 25 pontos base (0,25%)).
Sexta-Feira passada, dia 15 de Janeiro, poderá tornar-se um dia histórico para os endividados deste país - que somos quase todos - já que foi o dia em que média mensal da Euribor3 ficou aquém dos 0,7%. A manter-se esta tendência até ao final do mês, aqueles que tiveram o bom-senso de alterar o indexante para esta taxa de referência (ao invés de se manterem na Euribor6, como é mais comum) colherão os benefícios de tal opção a partir de Março de 2010, nos contratos cuja revisão da taxa ocorra durante o próximo mês de Fevereiro.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
O PSD está muito doente - Portugal - DN
Parafraseando Gabriel Alves eis um "remate rasteiro a meia altura por cima da barra"...
O PSD está muito doente - Portugal - DN
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Contradições
Vamos lá a um "suponhamos". Suponhamos que
um pai ou uma mãe contraria o instinto natural de um filho, ainda criança, de comer em excesso doces ou outras guloseimas que, a prazo, sejam consideradas potencialmente perigosas para a sua saúde. Suponhamos agora que o outro progenitor – o pai ou a mãe, agora para o caso não interessa – não liga pevide às "esquisitices" do cônjuge e que, por regra, lhe faz todas as vontadinhas. Parece evidente que aos olhos da criança, pelo menos neste capítulo, o ascendente que dá resposta pronta aos seus anseios goza da sua preferência, enquanto o outro passa por "mau da fita". Certo?
Ok. Imagine agora uma localidade brasileira chamada Angra dos Reis. Imagine também o corredor da Prefeitura (Câmara Municipal lá do sítio) cheio de promotores imobiliários a quererem construir no morro sobranceiro à Praia do Bananal. Finalmente, imagine que o Prefeito (o Presidente da Câmara lá do sítio) é, como se diz por cá, um gajo porreiro. Conforme disse e volto a sublinhar agora, aquilo que afirmei atrás é só imaginação, na medida em que não faço a mais pequena ideia se a construção existente no morro onde ocorreu o deslizamento de terras era clandestina (resultado da permissividade do município) ou se era licenciada (resultante, portanto, do facilitismo autárquico). O que sei – aliás, agora que o cheiro a morte está impregnado no local, já todos sabem – é que aquelas construções jamais podiam existir naquele local.
Bom, onde é que esta conversa nos leva? Leva-nos à conclusão que a democracia também tem aspectos perversos. São frequentes os casos em que os "porreiros" ganham as eleições aos que se rebelam contra o porreirismo malévolo. Devem então os eleitores ser tratados como aquelas crianças que só querem comer o que lhes faz mal? Jamais! A minha experiência pessoal ensinou-me que, assim o queiram, todos podem aprender. Para alguns pode levar
mais tempo, mas que lá que aprendem, isso aprendem. Digo mais: quando não aprendem a bem, aprendem a mal, com o tempo e com os desenganos da vida. Portanto, a minha fé na Democracia é inabalável. (Neste momento, em Angra dos Reis, já todos devem ter aprendido que o porreirismo tem consequências).
Por cá andamos mais uma vez às voltas com as contradições de alguns políticos. Todos se dizem democratas mas, na hora da verdade, chega-se à conclusão que há quem não vá à bola com petições, plebiscitos ou referendos. O curioso é que alguns dos opositores eram, até há bem pouco tempo, defensores da democracia directa exercida através de assembleias populares (daquelas de voto de braço no ar). Porque será que não querem referendos (a forma mais legitimada de democracia directa)? Será porque o voto secreto nos referendos inibe a coacção pessoal exercida nos plenários? Olha-me estes democratas!
Publicado na edição do Brados do Alentejo de 07Jan2010
Nota: Publiquei dois posts cujos conteúdos estão intimamente relacionados com os de hoje. Foram eles: Democracia Perversa e Democracia representativa.
As imagens foram colhidas nos locais para os quais apontam as respectivas hiperligações.
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Reunião CME 06Jan2010
Estas são as minhas notas da reunião de Câmara de ontem.
Quem quiser consultar a documentação disponibilizada aos vereadores poderá fazê-lo aqui.
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Frases... (VII)
Falar bem e proceder mal não é outra coisa senão condenar-se cada um pela própria voz.
Iacopo Passavanti
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Entrevista Arq.to Bouça
As afirmações do Sr. António Bouça vão de
encontro à ideia intuitiva que a generalidade dos estremocenses tem do Sr. Presidente da Câmara. Vou mesmo mais longe e digo mais: não tenho grandes dúvidas que o sucesso eleitoral do MiETZ ficou a dever-se, em grande parte, à imagem projectada pelo seu candidato de ser uma pessoa que… DESENRASCA! De facto, não obstante em Estremoz haja um grupo considerável de cidadãos que tem consciência que o "municipal porreirismo" prejudica, seriamente, todos quantos dele não beneficiam, a verdade é que também não faltam pessoas que vêem em Luís Mourinha o "aliado", o "amigo", que no Município irá zelar pelos seus interesses, se necessário for em detrimento de um abstracto interesse colectivo ininteligível para alguns, nomeadamente na cultura do "pato bravo".
Todavia, uma coisa são "ideias intuitivas" outra coisa, bem diferente, são factos provados e comprovados. Se bem que as primeiras podem contribuir para a formação de uma opinião são os segundos que verdadeiramente contam. Neste sentido, o PSD irá diligenciar junto de instâncias exteriores ao Município a investigação das alegações constantes na entrevista em referência. Entendemos que tanto Luís Mourinha como António Bouça têm direito à defesa do seu bom nome e que não podem ser condenados com base em meras alegações, um porque alegadamente fez, o outro porque alegadamente acusou injustificadamente.
Por outro lado, as ideias intuitivas podem ter – e geralmente têm – um reverso e também António Bouça não se livra da imagem de alguém insensível aos interesses dos cidadãos e dos investidores, das suas angústias ou dos seus problemas. É preciso ter noção que a lei e os regulamentos não visam atacar ninguém mas tão-somente defender os interesses de todos. Logo, não podem ser encarados de forma dogmática e muito menos serem usados como álibi para justificar verdadeiras crueldades de quem perdeu a noção que o Município deve servir, fundamentalmente e antes de mais, os munícipes. Faltando a cultura de serviço público, é muito perigoso manter técnicos com tal perfil no exercício de cargos dirigentes do Município.
Como costuma dizer-se: no meio é que está a virtude.
Publicado na edição de 31Dez2009, na secção "Mesa Redonda", do Jornal Ecos.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Edital da CME - Alteração de data de reunião
A reunião da Câmara Municipal de Estremoz, em princípio agendada para dia 30 de Dezembro, foi recalendarizada para o dia 6 de Janeiro de 2010.
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domingo, 27 de dezembro de 2009
Assembleia Municipal - OT20091229
Ordem de trabalhos da sessão da Assembleia Municipal de Estremoz que ocorrerá no próximo dia 29 de Dezembro.
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Frases... (VI)

"A mais pérfida maneira de prejudicar uma causa é defendê-la intencionalmente com más razões"
Friedrich Nietzsche
As imagens foram colhidas nos locais para os quais apontam as respectivas hiperligações
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Saturnália
A Saturnália representava para os romanos um
período de celebrações em honra de Saturno – Deus da Agricultura – período esse coincidente com o solstício de Inverno. Depois da dormência vegetativa do Outono as sementes começavam a germinar e recuperava-se a esperança de melhores dias com o início do novo ano. Perante a expectativa da recuperação da abundância de alimentos, esses eram, geralmente, momentos de paz – as campanhas militares chegavam a ser interrompidas – em que se trocavam oferendas adornadas com cores garridas; de descanso – os escravos chegavam a ser dispensados do exercício das suas actividades –; e de banquetes bem regados, os quais – sem controlo de alcoolemia – acabavam não raras vezes em orgias.
Este antecedente pagão do Natal era, tal como este, caracterizado por uma renovação de votos de melhores dias. A grande diferença introduzida pelo Cristianismo nestas celebrações foi, digamos assim, o controlo dos excessos e a introspecção espiritual. O Natal é igualmente celebrado com alegria mas… de forma bem mais comedida.
Esta introdução justifica-se porque este Natal de 2009 parece assemelhar-se em alguns aspectos à Saturnália Romana. Vejam só: num momento de desemprego, de crise generalizada, de ausência de expectativas promissoras em relação a 2010, qual é então a prendinha no sapatinho
que o Governo e os Socialistas reservaram para alguns portugueses? Exactamente, esse mesmo, o casamento gay. O Presidente da República diz que há coisas que o preocupam mais – ideia, aliás, que parece ser partilhada pela maioria das pessoas – e qual foi a reacção dos proponentes? Essa mesma: vá de fazer birrinha. 'Tadinhos!
Eu sou daqueles que nada tenho a opor a que os homossexuais deste país juntem os trapinhos e partilhem cama, pucarinho e o que mais queiram. Admito inclusivamente que aqueles que fazem vida em comum devem ver reconhecidos alguns direitos que actualmente lhe são negados, nomeadamente nas vertentes fiscal e sucessória. Porém, desculpem lá, não se me afigura necessário que ao contrato conjugal celebrado entre gays chamem… casamento. Mas pronto, se isso é problema, levem lá a bicicleta e deixem cá a campainha para a gente fazer música, chamem-lhe lá casamento e acabemos com a birra. O que não aceito mesmo é que se usem as chamadas "causas fracturantes" apenas para desviar as atenções daquilo que verdadeiramente importa. Isso não!!
Acho isso tão ridículo como aquela parada do orgulho gay em que tal orgulho é evidenciado através de mariquices exibidas em público. Imaginem só que agora a população heterossexual decidia também fazer uma marcha de orgulho, em que eles e elas exibiam as partes pudendas, exibições eventualmente complementadas com outras demonstrações cabais e definitivas das respectivas masculinidades e feminilidades? Havia de ser bonito… É por isto que este Natal apresenta indícios de Saturnália.
Enfim, Natal ou Saturnália, o que interessa é que todos passem umas Boas Festas!
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Acta n.º 25/2009 da CME
Acta n.º 25/2009 da Reunião de Câmara de 18 de Novembro de 2009. Para consulta ou download aceda ao website http://advalorem.antonioramalho.net ou clique aqui.
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sábado, 19 de dezembro de 2009
Frases... (V)

"É uma pena que todas as pessoas que sabem como é que se governa o país estejam ocupadas a conduzir táxis ou a cortar cabelo"
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Samuelson
Este sujeito da foto ao lado - tirada em 1950, quando tinha 35 anos - chamava-se Paul Anthony Samuelson e foi um dos economistas mais marcantes do século XX. Morreu no dia 13 deste mês (eu ia dizer "ontem" mas reparei agora que já passa da meia-noite).
O seu manual de Economia - impresso pela primeira vez em 1948 - foi o texto base dos estudantes de Economia de praticamente todo o mundo. Eu estudei pela 4.ª edição em português - dois volumosos calhamaços editados pela Gulbenkian - que correspondia à 9.ª edição em língua inglesa de 1973. Quase 20 anos mais tarde comprei a 14.ª edição, a qual contava já com a co-autoria de William Nordhaus, e fiquei surpreendido pela "cura de emagrecimento" a que o manual tinha sido submetido: era pouco mais de metade - e agora, naturalmente, num único volume - da versão anterior minha conhecida.
Um pormenor curioso: a edição publicada pela Gulbenkian referia, a título de nota biográfica, que Samuelson era licenciado em Letras (!?!), coisa que se por um lado me pareceu estranha para alguém que dominava de forma superior a Matemática, por outro sugeria-me que, afinal, até as pessoas geniais podiam evidenciar dúvidas no momento de escolher o curso superior. Mais tarde vim a saber que tal referência biográfica mais não era que um erro de tradução.
Ontem - recordo que são agora 01:00 da matina - li aquilo que me parece ser outro erro de tradução: desta vez diziam que a genialidade matemática de Samuelson lhe advinha da sua formação de base em Física (!?!)... Mas então o homem não podia ser bom a Matemática sendo de Economia? Isto é que anda aqui uma conversa! O homem apenas trabalhou no M.I.T.’s Radiation Laboratory, porém, nessa altura, já ele tinha escrito "The Foundations of Economic Analysis" obra que foi determinante para a obtenção do Prémio Nobel da Economia 1/4 de século mais tarde.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Cartoons do Picalima

As anteriores entradas "Olha só a gracinha" e "Mais uma graçola do Picalima" têm agora os ficheiros originais do autor ao invés das imagens digitalizadas do jornal.
A imagem que agora apresento é, como é óbvio, do sujeito que nela se apresenta. Um artista.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Mais uma graçola do Picalima...

[Reedição agora com uma imagem melhorada gentilmente cedida pelo autor (Obrigado!)]
Santos da Casa... não fazem milagres... Bom isso era antes do Picalima começar a demonstrar o contrário...
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Frases... (IV)
"Se você pegar no mais ardente dos revolucionários, e der poder absoluto a ele, dentro de um ano ele será pior do que o próprio czar"
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Boletim Mensal do IGCP - Dezembro 2009
Notas explicativas ao Boletim Mensal do IGCP
1. Evolução da Dívida Directa do Estado
Em 30 de Novembro de 2009, o saldo da dívida directa do Estado cifrou-se em EUR 130.235 milhões, aumentando 0,4% face ao final do
mês anterior. A variação da dívida deveu-se, fundamentalmente, a um leilão da OT 3,6% Out 2014, com um valor nominal de EUR 1.067 milhões, e a uma emissão líquida positiva de ECP no montante de EUR 703 milhões. O saldo de BT diminuiu EUR 673 milhões, em resultado da amortização do BT 20Nov2009, que atingira um saldo de EUR 3.167 milhões, e da realização de dois leilões nos montantes de EUR 781 milhões (na linha a 9 meses BT 23Jul2010) e de EUR 1.713 milhões (na nova linha a 1 ano BT 19Nov2010). Os saldos de Cedic e de CA também contribuíram para uma redução do saldo da dívida, ao diminuírem EUR 378 milhões e EUR 65 milhões, respectivamente, assim como o saldo de outros instrumentos não transaccionáveis em moeda euro, que se reduziu em EUR 261 milhões. Foi ainda realizada uma emissão ao abrigo do programa EMTN no valor de USD 100 milhões. As flutuações cambiais observadas no período c
ontribuíram para uma diminuição do stock da dívida de EUR 48 milhões.
2. Cálculo do rácio de Dívida Pública
O Boletim Mensal do IGCP apenas divulga o valor da dívida directa do Estado. A dívida directa do Estado corresponde às situações passivas de que o (sub-sector) Estado é responsável em virtude do recurso a empréstimos. De acordo com o Regulamento (CE) n.º 3605/93 do Conselho, de 22 de Novembro, alterado pelo Regulamento (CE) n.º 475/2000 do Conselho, de 28 de Fevereiro, a dívida pública corresponde à totalidade das responsabilidades brutas consolidadas do sector das Administrações Públicas, ao valor nominal. No final de 2008, a dívida directa do Estado ascendeu a EUR 118.462,7 milhões (71,3% do PIB), enquanto que a dívida das Administrações Públicas, calculada de acordo com as regras acima definidas, atingiu EUR 110.376,6 milhões (66,3% do PIB), segundo o Reporte ao Eurostat de 28 de Setembro de 2009.
1. Evolução da Dívida Directa do Estado
Em 30 de Novembro de 2009, o saldo da dívida directa do Estado cifrou-se em EUR 130.235 milhões, aumentando 0,4% face ao final do
mês anterior. A variação da dívida deveu-se, fundamentalmente, a um leilão da OT 3,6% Out 2014, com um valor nominal de EUR 1.067 milhões, e a uma emissão líquida positiva de ECP no montante de EUR 703 milhões. O saldo de BT diminuiu EUR 673 milhões, em resultado da amortização do BT 20Nov2009, que atingira um saldo de EUR 3.167 milhões, e da realização de dois leilões nos montantes de EUR 781 milhões (na linha a 9 meses BT 23Jul2010) e de EUR 1.713 milhões (na nova linha a 1 ano BT 19Nov2010). Os saldos de Cedic e de CA também contribuíram para uma redução do saldo da dívida, ao diminuírem EUR 378 milhões e EUR 65 milhões, respectivamente, assim como o saldo de outros instrumentos não transaccionáveis em moeda euro, que se reduziu em EUR 261 milhões. Foi ainda realizada uma emissão ao abrigo do programa EMTN no valor de USD 100 milhões. As flutuações cambiais observadas no período c
ontribuíram para uma diminuição do stock da dívida de EUR 48 milhões.2. Cálculo do rácio de Dívida Pública
O Boletim Mensal do IGCP apenas divulga o valor da dívida directa do Estado. A dívida directa do Estado corresponde às situações passivas de que o (sub-sector) Estado é responsável em virtude do recurso a empréstimos. De acordo com o Regulamento (CE) n.º 3605/93 do Conselho, de 22 de Novembro, alterado pelo Regulamento (CE) n.º 475/2000 do Conselho, de 28 de Fevereiro, a dívida pública corresponde à totalidade das responsabilidades brutas consolidadas do sector das Administrações Públicas, ao valor nominal. No final de 2008, a dívida directa do Estado ascendeu a EUR 118.462,7 milhões (71,3% do PIB), enquanto que a dívida das Administrações Públicas, calculada de acordo com as regras acima definidas, atingiu EUR 110.376,6 milhões (66,3% do PIB), segundo o Reporte ao Eurostat de 28 de Setembro de 2009.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Avós do Facebook
Este é também um sinal dos tempos. São cada vez mais as avós – atenção: estou
a excluir, deliberadamente, os avôs – que aderem às novas tecnologias de informação e comunicação e, em particular, às agora denominadas "redes sociais". As "avós do Facebook" são, a cada dia que passa, cada vez mais. Passam horas a fio ao computador, resistindo-lhe menos que à tentação de um bolo com creme. Não se pense, necessariamente, que são pessoas de há muito familiarizadas com a informática. Se bem que este factor seja, inequivocamente, facilitador, a verdade é que a ausência de tal background não constitui um verdadeiro impedimento. A motivação supera muitas contrariedades e esta não parece faltar às avós do Facebook. O que é então que as anima, que as impulsiona a aderirem à informática, às redes sociais e a estilos de vida e de convivência até aí completamente estranhos para elas?
a excluir, deliberadamente, os avôs – que aderem às novas tecnologias de informação e comunicação e, em particular, às agora denominadas "redes sociais". As "avós do Facebook" são, a cada dia que passa, cada vez mais. Passam horas a fio ao computador, resistindo-lhe menos que à tentação de um bolo com creme. Não se pense, necessariamente, que são pessoas de há muito familiarizadas com a informática. Se bem que este factor seja, inequivocamente, facilitador, a verdade é que a ausência de tal background não constitui um verdadeiro impedimento. A motivação supera muitas contrariedades e esta não parece faltar às avós do Facebook. O que é então que as anima, que as impulsiona a aderirem à informática, às redes sociais e a estilos de vida e de convivência até aí completamente estranhos para elas?Vou tentar responder as estas questões alertando, todavia, para o facto de este não ser um trabalho científico mas tão-somente uma croniqueta quinzenal de um jornal de província. Já agora devo também confessar que se penso saber a resposta, tal sapiência foi adquirida de uma forma involuntária numa primeira fase, e depois, na fase subsequente, fazendo bom uso de um apurado "ouvidinho bisbilhoteiro".
Entre chá e torradas duas avós relatavam – de forma suficientemente audível – a uma terceira – como as primeiras avó, mas que em matéria de informática
ainda nem sequer debutante era – as suas proezas na Net. Falavam de forma tão empolgada que a terceira avó parecia estar a ficar contagiada e com aparente vontade de aderir. Uma relatava o número de cabeças de gado que possuía na sua Farmville, do trabalho que tinha com a apanha dos frutos e com os cuidados da horta. A segunda das primeiras avós colocava maior ênfase nos contactos que estabelecia com os filhos – subentendia-se que migrados noutras localidades – e com os netos. Em coro falavam ambas dos contactos estabelecidos com amigos e conhecidos, das fotografias e vídeos que viam, das recordações a que tinham acesso… até que uma rematou com a derradeira resposta: "Olha, é uma companhia!".
E é mesmo: uma companhia. Depois de uma vida de trabalho a dobrar – no emprego e em casa – onde tudo era feito em contra-relógio, a pouco e pouco as coisas começam a serenar. Os filhos saem de casa, a reforma acaba por chegar e, com ela, vem também o tempo livre que lhes faltou durante a maior parte da vida. Elas merecem.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
A mocidade dos cotas... VII - I don't wanna dance... Eddie Grant - 1982
Há certas músicas que têm o dom de nos transportar para outros momentos das nossas vidas.
Há 27 anos esta música esteve 3 semanas consecutivas no primeiro lugar das vendas em todo o mundo, mantendo-se ainda mais 12 semanas entre os lugares cimeiros do top. Era impossível ficar-lhe indiferente.
Felizes aqueles a quem esta música traz boas recordações.
Aos que ainda não eram nascidos, ainda vão a tempo da apreciar.
I don't wanna dance
Dance with you baby no more
I'll never do something to hurt you, though
Oh but the feeling is bad
The feeling is bad
I love your personality
But I don't want our love on show
Sometimes I think it's insanity
Girl the way you go
With all of the guys on the corner
Oh baby, you're the latest trick
Oh, you seem to have their number
Look they're dancing still
I don't wanna dance
Dance with you baby no more
I'll never do something to hurt you, though
Oh but the feeling is bad
The feeling is bad
Bis
Solo
I don't wanna dance
Dance with you baby no more
I'll never do something to hurt you, though
Oh but the feeling is bad
The feeling is bad
Baby now the party's over
For us, so I'll be on my way
Now that the things which moved me
Are standing still
I know it's only superstition
Baby, but I won't look back
Even though I feel your music
Baby that is thatI don't wanna dance
Dance with you baby no more
I'll never do something to hurt you, though
Oh but the feeling is bad
The feeling is bad
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
Don't wanna dance
I don't wanna dance
Dance with you baby no more
I'll never do something to hurt you, though
Oh but the feeling is bad
The feeling is bad
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Política - Face Oculta dominou primeiro debate quinzenal de José Sócrates - RTP Noticias, Vídeo
Porque será que o Senhor Primeiro-Ministro nunca responde aquilo que lhe perguntam? Porque será que prefere sempre passar ao ataque acusando os seus opositores de algo que não tem exactamente a ver com a pergunta concreta que lhe foi formulada?
Será por isto que algumas pessoas consideram que José Sócrates é o melhor... sei lá quê?
Que orgulho sinto em me integrar no grupo, infelizmente, minoritário que considera que não.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009
A mocidade dos cotas VI - Sandie Shaw
Eu tinha 5 anos quando vi isto...
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Para descontrair... (III) - Andre Rieu - Strauss-Walzer Medley 2005
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António J. B. Ramalho,
Estremoz
sábado, 28 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Valor e reconhecimento
Nem sempre as pessoas valorosas podem contar com
o reconhecimento daqueles com quem interagem. Outros há que, passada a resistência inicial, vêem não só os seus méritos reconhecidos como chegam inclusivamente a conquistar a imortalidade na memória das gerações seguintes. Vou dar alguns exemplos destes últimos casos.
Winston Churchill. O seu professor da instrução primária disse um dia que ele nunca haveria de ser grande coisa. Enganou-se. Por sua vez, a professora de Albert Einstein qualificou-o de "lerdo" e de "perdido" em devaneios tolos. O General MacArthur, comandante das tropas das Nações Unidas na Coreia, foi reprovado por duas vezes na admissão à Academia Militar. Michael Jordan, talvez o mais famoso basquetebolista de sempre, não conseguiu integrar a equipa da sua escola. Maria Callas, considerada a melhor cantora lírica de sempre, foi rejeitada numa audição no Metropolitan de Nova Iorque. Shakira, a colombiana sensual que mais discos já vendeu no mundo, integrou em criança um coro no qual conseguia irritar o respectivo maestro por causa… da sua voz esganiçada.
Enfim, os exemplos dados referem-se a pessoas que, apesar de injustiçadas em alguns momentos das suas vidas, conseguiram, por mérito próprio e posterior reconhecimento, alcançar o estrelato. Mas atenção: de uma maneira geral são pessoas que vieram a ser consideradas "especialistas" nas respectivas áreas, facto que pressupõe, naturalmente, o acesso a formação… especializada. Falemos agora de cidadãos comuns. Daqueles com quem nos cruzamos na rua. Poderão eles ser valorosos sem que nos apercebamos disso? Eu acho que sim! Bem, enfim, tenho a certeza que não me cruzo diariamente com génios, mas continuo a achar que sim. O melhor exemplo disso poderá ser o de António Aleixo, que era alguém que se definia a si próprio assim…
Fui polícia, fui soldado
estive fora da Nação
vendo jogo, guardei gado
só me falta ser ladrão
O que poucos conseguiram perceber neste anónimo cidadão, para além do jeito para as rimas, é que era uma personalidade notável, de uma imensa sabedoria talhada na crueza da vida. Aliás, mesmo nas rimas, nem sequer foi considerado notável a avaliar pelo 4.º lugar obtido nos jogos florais de Faro de 1937. Um exemplo esclarece a sua força de carácter: abandonou a polícia, ao fim de
pouco mais de 2 anos por não conseguir apagar do seu cérebro a imagem da criança presa, pela sua corporação, por roubar flores para depor na campa da mãe.
pouco mais de 2 anos por não conseguir apagar do seu cérebro a imagem da criança presa, pela sua corporação, por roubar flores para depor na campa da mãe.Um dos seus últimos poemas, constante do incompleto Auto do Ti Jaquim, falava de reconhecimento… talvez falasse de si próprio…
Se consciente resolvi morrer
foi por saber e ser também consciente
que morrer custa menos que viver
morrendo aos poucos num mundo indiferente.
As imagens foram colhidas nos locais para os quais apontam as respectivas hiperligações.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Ilustrações da próxima crónica ad valorem II
Acabei de escrever a minha crónica quinzenal para o Brados do Alentejo. Como me comprometi a apenas tornar públicos os textos após a publicação do jornal - na próxima Quinta-Feira - deixo aqui apenas as ilustrações do tema tratado.


As imagens foram colhidas nos locais para os quais apontam as respectivas hiperligações.
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Foi hoje
Finalmente, foi hoje! A média mensal das taxas Euribor a 6 meses, no
período compreendido entre 22 de Outubro e 20 de Novembro, atingiu um valor inferior a 1%. Mantendo-se esta tendência até ao final do mês de Novembro, aqueles cujos empréstimos à habitação renovam a periodicidade em Janeiro de 2010, vão ter um indexante inferior a 1%, facto que propiciará 6 meses de prestações historicamente baixas durante o primeiro semestre de 2010.
Apesar da crise, antevejo que muitos dos endividados deste país (entre os quais me incluo) ainda vão ter saudades deste momento. Esperemos pois que quando as taxas de juro recomeçarem a subir já tenhamos, como compensação, uma taxa de desemprego bem mais baixa que a actual... Mas enfim, neste domínio, infelizmente, as perspectivas não são as melhores.
Já que os motivos de satisfação não podem ser para todos, regozijem-se os endividados empregados...
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